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		<title><![CDATA[GERADORES DE ENERGIA ELETRICA : últimas notícias]]></title>
		<link>https://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja</link>
		<description><![CDATA[últimas notícias de GERADORES DE ENERGIA ELETRICA .]]></description>
		<pubDate>Sun, 13 Sep 2026 19:57:46 +0000</pubDate>
		<item>
			<title><![CDATA[Aneel autoriza aumento da conta de energia elétrica para cidades do Sul do país]]></title>
			<link>http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/blog/30/Aneel-autoriza-aumento-da-conta-de-energia-el%E9trica-para-cidades-do-Sul-do-pa%EDs.html</link>
			<pubDate>Wed, 24 Jun 2015 09:25:40 +0000</pubDate>
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			<description><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Aneel autoriza aumento da conta de energia el&eacute;trica para cidades do Sul do pa&iacute;s</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">A Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel) autorizou nesta ter&ccedil;a-feira (23) reajuste m&eacute;dio de 38,10% nas tarifas da Certel Energia, que atende a 47 munic&iacute;pios do Rio Grande do Sul. Os novos valores entram em vigor na sexta-feira (26), para os mais de 180 clientes da empresa. Para os consumidores residenciais, a alta m&eacute;dia ser&aacute; de 38,74%. J&aacute; para a ind&uacute;stria a eleva&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia ser&aacute; de 37,05%.&nbsp;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Foi aprovado ainda reajuste m&eacute;dio de 24,75% para a Cooperativa de Distribui&ccedil;&atilde;o de Energia &ndash; Creluz-D, que atende a 36 munic&iacute;pios na regi&atilde;o Norte do Rio Grande do Sul. Os novos valores entram em vigor no dia 30 de junho. &nbsp;No caso dos consumidores residenciais, a alta m&eacute;dia autorizada &eacute; de 24,79%. Para a ind&uacute;stria, o aumento m&eacute;dio poder&aacute; ficar em 24,60%.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">A ag&ecirc;ncia tamb&eacute;m autorizou eleva&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de 16,54% nas tarifas da Companhia For&ccedil;a e Luz do Oeste &ndash; CFLO, que atende a 55 mil clientes em Guarapuava (PR). A alta m&eacute;dia para os consumidores residenciais ser&aacute; de 14,75%, e para a ind&uacute;stria, de 19,02%. Os reajustes passam a valer no dia 29 de junho.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Os &iacute;ndices aprovados nesta ter&ccedil;a se referem ao reajuste tarif&aacute;rio a que as distribuidoras t&ecirc;m direito e que &eacute; avaliado todos os anos pela Aneel. Em 2015, por&eacute;m, devido ao forte aumento das despesas no setor el&eacute;trico, a ag&ecirc;ncia tamb&eacute;m promoveu uma revis&atilde;o extraordin&aacute;ria das tarifas, que come&ccedil;ou a valer em mar&ccedil;o.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Eletrocar</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">A Aneel autorizou nesta ter&ccedil;a redu&ccedil;&atilde;o nas tarifas aplicadas pela Centrais El&eacute;tricas de Carazinho &ndash; Eletrocar, que atua em sete munic&iacute;pios da Regi&atilde;o Norte do Rio Grande do Sul. A diminui&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia ser&aacute; de 5,53%. Para os clientes residenciais, a queda ser&aacute; de 1,86%. A redu&ccedil;&atilde;o maior ocorrer&aacute; na ind&uacute;stria, de 7,9%.&nbsp;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">A altera&ccedil;&atilde;o, que come&ccedil;a a valer no dia 29 de junho, afeta 35.702 clientes, nos munic&iacute;pios de Carazinho, Chapada, Coqueiros do Sul, Santo Antonio do Planalto, Almirante Tamandar&eacute; do Sul, &nbsp;Colorado e Selbach.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Energia mais cara</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Os &iacute;ndices aprovados pela Aneel funcionam como um teto, ou seja, o limite para o reajuste que a distribuidora pode aplicar. A empresa tem autonomia para repassar aos consumidores um percentual menor.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Em 2015, por&eacute;m, a ag&ecirc;ncia vem autorizando reajustes altos devido ao encarecimento da energia no pa&iacute;s nos &uacute;ltimos meses, provocado pela queda no n&iacute;vel dos reservat&oacute;rios das principais hidrel&eacute;tricas do pa&iacute;s e o uso mais intenso de termel&eacute;tricas (usinas que geram eletricidade pela queima de combust&iacute;veis como &oacute;leo e g&aacute;s).</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">O ajuste fiscal feito pelo governo Dilma Rousseff com o objetivo de reequilibrar suas contas tamb&eacute;m contribui para os aumentos mais fortes nas contas de luz em 2015. Isso porque o governo decidiu repassar aos consumidores todos os custos com os programas e a&ccedil;&otilde;es no setor el&eacute;trico, entre eles o subs&iacute;dio &agrave; conta de luz de fam&iacute;lias de baixa renda e o pagamento de indeniza&ccedil;&otilde;es a empresas. Em anos anteriores, o Tesouro assumiu parte dessa fatura, o que contribuiu para alivias as altas nas tarifas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Para consumidores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, as contas de luz v&atilde;o subir mais em 2015 porque a lei prev&ecirc; que a maior parte desse custo extra seja bancada por essas tr&ecirc;s regi&otilde;es.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">As distribuidoras n&atilde;o lucram com a revenda de energia fornecida pelos geradores (usinas), mas sim com o servi&ccedil;o de lev&aacute;-la at&eacute; os consumidores. Entretanto, podem repassar para as tarifas todo o custo com a compra dessa energia.</div>
<p><img class="__mce_add_custom__" style="float: right;" src="http://www.startgeradores.com.br/wp-content/uploads/grupo-gerador-energia-hospital-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" />Aneel autoriza aumento da conta de energia el&eacute;trica para cidades do Sul do pa&iacute;s<br /><br />A Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel) autorizou nesta ter&ccedil;a-feira (23) reajuste m&eacute;dio de 38,10% nas tarifas da Certel Energia, que atende a 47 munic&iacute;pios do Rio Grande do Sul. Os novos valores entram em vigor na sexta-feira (26), para os mais de 180 clientes da empresa. Para os consumidores residenciais, a alta m&eacute;dia ser&aacute; de 38,74%. J&aacute; para a ind&uacute;stria a eleva&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia ser&aacute; de 37,05%.&nbsp;</p>
<p><br />Foi aprovado ainda reajuste m&eacute;dio de 24,75% para a Cooperativa de Distribui&ccedil;&atilde;o de Energia &ndash; Creluz-D, que atende a 36 munic&iacute;pios na regi&atilde;o Norte do Rio Grande do Sul. Os novos valores entram em vigor no dia 30 de junho. &nbsp;No caso dos consumidores residenciais, a alta m&eacute;dia autorizada &eacute; de 24,79%. Para a ind&uacute;stria, o aumento m&eacute;dio poder&aacute; ficar em 24,60%.A ag&ecirc;ncia tamb&eacute;m autorizou eleva&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de 16,54% nas tarifas da Companhia For&ccedil;a e Luz do Oeste &ndash; CFLO, que atende a 55 mil clientes em Guarapuava (PR). A alta m&eacute;dia para os consumidores residenciais ser&aacute; de 14,75%, e para a ind&uacute;stria, de 19,02%. Os reajustes passam a valer no dia 29 de junho.Os &iacute;ndices aprovados nesta ter&ccedil;a se referem ao reajuste tarif&aacute;rio a que as distribuidoras t&ecirc;m direito e que &eacute; avaliado todos os anos pela Aneel. Em 2015, por&eacute;m, devido ao forte aumento das despesas no setor el&eacute;trico, a ag&ecirc;ncia tamb&eacute;m promoveu uma revis&atilde;o extraordin&aacute;ria das tarifas, que come&ccedil;ou a valer em mar&ccedil;o.EletrocarA Aneel autorizou nesta ter&ccedil;a redu&ccedil;&atilde;o nas tarifas aplicadas pela Centrais El&eacute;tricas de Carazinho &ndash; Eletrocar, que atua em sete munic&iacute;pios da Regi&atilde;o Norte do Rio Grande do Sul. A diminui&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia ser&aacute; de 5,53%. Para os clientes residenciais, a queda ser&aacute; de 1,86%. A redu&ccedil;&atilde;o maior ocorrer&aacute; na ind&uacute;stria, de 7,9%.&nbsp;A altera&ccedil;&atilde;o, que come&ccedil;a a valer no dia 29 de junho, afeta 35.702 clientes, nos munic&iacute;pios de Carazinho, Chapada, Coqueiros do Sul, Santo Antonio do Planalto, Almirante Tamandar&eacute; do Sul, &nbsp;Colorado e Selbach.</p>
<p><br />Energia el&eacute;trica mais cara</p>
<p>Os &iacute;ndices aprovados pela Aneel funcionam como um teto, ou seja, o limite para o reajuste que a distribuidora pode aplicar. A empresa tem autonomia para repassar aos consumidores um percentual menor.Em 2015, por&eacute;m, a ag&ecirc;ncia vem autorizando reajustes altos devido ao encarecimento da energia no pa&iacute;s nos &uacute;ltimos meses, provocado pela queda no n&iacute;vel dos reservat&oacute;rios das principais hidrel&eacute;tricas do pa&iacute;s e o uso mais intenso de termel&eacute;tricas (usinas que geram eletricidade pela queima de combust&iacute;veis como &oacute;leo e g&aacute;s).O ajuste fiscal feito pelo governo Dilma Rousseff com o objetivo de reequilibrar suas contas tamb&eacute;m contribui para os aumentos mais fortes nas contas de luz em 2015. Isso porque o governo decidiu repassar aos consumidores todos os custos com os programas e a&ccedil;&otilde;es no setor el&eacute;trico, entre eles o subs&iacute;dio &agrave; conta de luz de fam&iacute;lias de baixa renda e o pagamento de indeniza&ccedil;&otilde;es a empresas. Em anos anteriores, o Tesouro assumiu parte dessa fatura, o que contribuiu para alivias as altas nas tarifas.Para consumidores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, as contas de luz v&atilde;o subir mais em 2015 porque a lei prev&ecirc; que a maior parte desse custo extra seja bancada por essas tr&ecirc;s regi&otilde;es.As distribuidoras n&atilde;o lucram com a revenda de energia fornecida pelos geradores (usinas), mas sim com o servi&ccedil;o de lev&aacute;-la at&eacute; os consumidores. Entretanto, podem repassar para as tarifas todo o custo com a compra dessa energia.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Aneel autoriza aumento da conta de energia el&eacute;trica para cidades do Sul do pa&iacute;s</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">A Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel) autorizou nesta ter&ccedil;a-feira (23) reajuste m&eacute;dio de 38,10% nas tarifas da Certel Energia, que atende a 47 munic&iacute;pios do Rio Grande do Sul. Os novos valores entram em vigor na sexta-feira (26), para os mais de 180 clientes da empresa. Para os consumidores residenciais, a alta m&eacute;dia ser&aacute; de 38,74%. J&aacute; para a ind&uacute;stria a eleva&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia ser&aacute; de 37,05%.&nbsp;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Foi aprovado ainda reajuste m&eacute;dio de 24,75% para a Cooperativa de Distribui&ccedil;&atilde;o de Energia &ndash; Creluz-D, que atende a 36 munic&iacute;pios na regi&atilde;o Norte do Rio Grande do Sul. Os novos valores entram em vigor no dia 30 de junho. &nbsp;No caso dos consumidores residenciais, a alta m&eacute;dia autorizada &eacute; de 24,79%. Para a ind&uacute;stria, o aumento m&eacute;dio poder&aacute; ficar em 24,60%.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">A ag&ecirc;ncia tamb&eacute;m autorizou eleva&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de 16,54% nas tarifas da Companhia For&ccedil;a e Luz do Oeste &ndash; CFLO, que atende a 55 mil clientes em Guarapuava (PR). A alta m&eacute;dia para os consumidores residenciais ser&aacute; de 14,75%, e para a ind&uacute;stria, de 19,02%. Os reajustes passam a valer no dia 29 de junho.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Os &iacute;ndices aprovados nesta ter&ccedil;a se referem ao reajuste tarif&aacute;rio a que as distribuidoras t&ecirc;m direito e que &eacute; avaliado todos os anos pela Aneel. Em 2015, por&eacute;m, devido ao forte aumento das despesas no setor el&eacute;trico, a ag&ecirc;ncia tamb&eacute;m promoveu uma revis&atilde;o extraordin&aacute;ria das tarifas, que come&ccedil;ou a valer em mar&ccedil;o.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Eletrocar</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">A Aneel autorizou nesta ter&ccedil;a redu&ccedil;&atilde;o nas tarifas aplicadas pela Centrais El&eacute;tricas de Carazinho &ndash; Eletrocar, que atua em sete munic&iacute;pios da Regi&atilde;o Norte do Rio Grande do Sul. A diminui&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia ser&aacute; de 5,53%. Para os clientes residenciais, a queda ser&aacute; de 1,86%. A redu&ccedil;&atilde;o maior ocorrer&aacute; na ind&uacute;stria, de 7,9%.&nbsp;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">A altera&ccedil;&atilde;o, que come&ccedil;a a valer no dia 29 de junho, afeta 35.702 clientes, nos munic&iacute;pios de Carazinho, Chapada, Coqueiros do Sul, Santo Antonio do Planalto, Almirante Tamandar&eacute; do Sul, &nbsp;Colorado e Selbach.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Energia mais cara</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Os &iacute;ndices aprovados pela Aneel funcionam como um teto, ou seja, o limite para o reajuste que a distribuidora pode aplicar. A empresa tem autonomia para repassar aos consumidores um percentual menor.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Em 2015, por&eacute;m, a ag&ecirc;ncia vem autorizando reajustes altos devido ao encarecimento da energia no pa&iacute;s nos &uacute;ltimos meses, provocado pela queda no n&iacute;vel dos reservat&oacute;rios das principais hidrel&eacute;tricas do pa&iacute;s e o uso mais intenso de termel&eacute;tricas (usinas que geram eletricidade pela queima de combust&iacute;veis como &oacute;leo e g&aacute;s).</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">O ajuste fiscal feito pelo governo Dilma Rousseff com o objetivo de reequilibrar suas contas tamb&eacute;m contribui para os aumentos mais fortes nas contas de luz em 2015. Isso porque o governo decidiu repassar aos consumidores todos os custos com os programas e a&ccedil;&otilde;es no setor el&eacute;trico, entre eles o subs&iacute;dio &agrave; conta de luz de fam&iacute;lias de baixa renda e o pagamento de indeniza&ccedil;&otilde;es a empresas. Em anos anteriores, o Tesouro assumiu parte dessa fatura, o que contribuiu para alivias as altas nas tarifas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Para consumidores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, as contas de luz v&atilde;o subir mais em 2015 porque a lei prev&ecirc; que a maior parte desse custo extra seja bancada por essas tr&ecirc;s regi&otilde;es.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">As distribuidoras n&atilde;o lucram com a revenda de energia fornecida pelos geradores (usinas), mas sim com o servi&ccedil;o de lev&aacute;-la at&eacute; os consumidores. Entretanto, podem repassar para as tarifas todo o custo com a compra dessa energia.</div>
<p><img class="__mce_add_custom__" style="float: right;" src="http://www.startgeradores.com.br/wp-content/uploads/grupo-gerador-energia-hospital-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" />Aneel autoriza aumento da conta de energia el&eacute;trica para cidades do Sul do pa&iacute;s<br /><br />A Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel) autorizou nesta ter&ccedil;a-feira (23) reajuste m&eacute;dio de 38,10% nas tarifas da Certel Energia, que atende a 47 munic&iacute;pios do Rio Grande do Sul. Os novos valores entram em vigor na sexta-feira (26), para os mais de 180 clientes da empresa. Para os consumidores residenciais, a alta m&eacute;dia ser&aacute; de 38,74%. J&aacute; para a ind&uacute;stria a eleva&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia ser&aacute; de 37,05%.&nbsp;</p>
<p><br />Foi aprovado ainda reajuste m&eacute;dio de 24,75% para a Cooperativa de Distribui&ccedil;&atilde;o de Energia &ndash; Creluz-D, que atende a 36 munic&iacute;pios na regi&atilde;o Norte do Rio Grande do Sul. Os novos valores entram em vigor no dia 30 de junho. &nbsp;No caso dos consumidores residenciais, a alta m&eacute;dia autorizada &eacute; de 24,79%. Para a ind&uacute;stria, o aumento m&eacute;dio poder&aacute; ficar em 24,60%.A ag&ecirc;ncia tamb&eacute;m autorizou eleva&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de 16,54% nas tarifas da Companhia For&ccedil;a e Luz do Oeste &ndash; CFLO, que atende a 55 mil clientes em Guarapuava (PR). A alta m&eacute;dia para os consumidores residenciais ser&aacute; de 14,75%, e para a ind&uacute;stria, de 19,02%. Os reajustes passam a valer no dia 29 de junho.Os &iacute;ndices aprovados nesta ter&ccedil;a se referem ao reajuste tarif&aacute;rio a que as distribuidoras t&ecirc;m direito e que &eacute; avaliado todos os anos pela Aneel. Em 2015, por&eacute;m, devido ao forte aumento das despesas no setor el&eacute;trico, a ag&ecirc;ncia tamb&eacute;m promoveu uma revis&atilde;o extraordin&aacute;ria das tarifas, que come&ccedil;ou a valer em mar&ccedil;o.EletrocarA Aneel autorizou nesta ter&ccedil;a redu&ccedil;&atilde;o nas tarifas aplicadas pela Centrais El&eacute;tricas de Carazinho &ndash; Eletrocar, que atua em sete munic&iacute;pios da Regi&atilde;o Norte do Rio Grande do Sul. A diminui&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia ser&aacute; de 5,53%. Para os clientes residenciais, a queda ser&aacute; de 1,86%. A redu&ccedil;&atilde;o maior ocorrer&aacute; na ind&uacute;stria, de 7,9%.&nbsp;A altera&ccedil;&atilde;o, que come&ccedil;a a valer no dia 29 de junho, afeta 35.702 clientes, nos munic&iacute;pios de Carazinho, Chapada, Coqueiros do Sul, Santo Antonio do Planalto, Almirante Tamandar&eacute; do Sul, &nbsp;Colorado e Selbach.</p>
<p><br />Energia el&eacute;trica mais cara</p>
<p>Os &iacute;ndices aprovados pela Aneel funcionam como um teto, ou seja, o limite para o reajuste que a distribuidora pode aplicar. A empresa tem autonomia para repassar aos consumidores um percentual menor.Em 2015, por&eacute;m, a ag&ecirc;ncia vem autorizando reajustes altos devido ao encarecimento da energia no pa&iacute;s nos &uacute;ltimos meses, provocado pela queda no n&iacute;vel dos reservat&oacute;rios das principais hidrel&eacute;tricas do pa&iacute;s e o uso mais intenso de termel&eacute;tricas (usinas que geram eletricidade pela queima de combust&iacute;veis como &oacute;leo e g&aacute;s).O ajuste fiscal feito pelo governo Dilma Rousseff com o objetivo de reequilibrar suas contas tamb&eacute;m contribui para os aumentos mais fortes nas contas de luz em 2015. Isso porque o governo decidiu repassar aos consumidores todos os custos com os programas e a&ccedil;&otilde;es no setor el&eacute;trico, entre eles o subs&iacute;dio &agrave; conta de luz de fam&iacute;lias de baixa renda e o pagamento de indeniza&ccedil;&otilde;es a empresas. Em anos anteriores, o Tesouro assumiu parte dessa fatura, o que contribuiu para alivias as altas nas tarifas.Para consumidores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, as contas de luz v&atilde;o subir mais em 2015 porque a lei prev&ecirc; que a maior parte desse custo extra seja bancada por essas tr&ecirc;s regi&otilde;es.As distribuidoras n&atilde;o lucram com a revenda de energia fornecida pelos geradores (usinas), mas sim com o servi&ccedil;o de lev&aacute;-la at&eacute; os consumidores. Entretanto, podem repassar para as tarifas todo o custo com a compra dessa energia.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Quase 11 mil famílias da zona rural continuam sem energia elétrica no TO]]></title>
			<link>http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/blog/29/Quase-11-mil-fam%EDlias-da-zona-rural-continuam-sem-energia-el%E9trica-no-TO.html</link>
			<pubDate>Wed, 06 Aug 2014 09:26:25 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/blog/29/Quase-11-mil-fam%EDlias-da-zona-rural-continuam-sem-energia-el%E9trica-no-TO.html</guid>
			<description><![CDATA[<p><img class="__mce_add_custom__" title="falta-energia.png" src="http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/product_images/uploaded_images/falta-energia.png" alt="falta-energia.png" width="300" height="225" /></p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">A quatro meses do fim do prazo estabelecido para instala&ccedil;&atilde;o de energia por meio do programa Luz para Todos, do governo federal, 10.852 mil fam&iacute;lias da zona rural do&nbsp;Tocantins&nbsp;continuam sem energia el&eacute;trica, segundo dados do Minist&eacute;rio de Minas e Energia. H&aacute; quatro anos, eles receberam a not&iacute;cia de que a energia el&eacute;trica ser&aacute; instalada at&eacute; o fim de 2014.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Em&nbsp;Mateiros, regi&atilde;o leste do estado, um poste de energia foi colocado a 100 metros da casa do produtor Arn&ocirc; Ribeiro de Souza, apesar disso, ele continua a viver sem luz. &ldquo;Tem uns tempos a&iacute;, fizeram o projeto e saiu para umas pessoas e outras n&atilde;o. N&oacute;s mesmo que moramos mais perto da rede n&atilde;o ganhamos energia.&rdquo; Alguns moradores compraram os fios, mas sem luz, eles est&atilde;o sendo usados para estender roupas.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">A dona de casa Cl&aacute;udia Rodrigues de Alencar mora a dois quil&ocirc;metros e meio de&nbsp;Palmas&nbsp;e a lamparina faz parte do dia a dia. &ldquo;Feij&atilde;o a gente cozinha s&oacute; aquele tanto para comer naquele dia, porque se deixar pro outro dia estraga, porque n&atilde;o tem geladeira, n&atilde;o tem energia.&rdquo;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Alegando falta de recursos, em 2012, a Celitns - concession&aacute;ria de energia do Tocantins - pediu para estender o prazo para implanta&ccedil;&atilde;o da rede de energia do Programa Luz para todos, at&eacute; 2027. A solicita&ccedil;&atilde;o foi negada pela Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel).</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O defensor p&uacute;blico estadual, Arthur Luiz de P&aacute;dua conta que em maio deste ano, as Defensorias P&uacute;blicas da Uni&atilde;o e do Estado entraram na justi&ccedil;a para que o governo federal e a Eletronorte assumam o servi&ccedil;o do Luz para Todos no Tocantins. &ldquo;Os servi&ccedil;os foram iniciados e n&atilde;o foram conclu&iacute;dos. A prova da inefici&ecirc;ncia j&aacute; est&aacute; devidamente constatada neste processo judicial."</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Por nota, a Celtins afirma que os dados da a&ccedil;&atilde;o judicial s&atilde;o de 2012 e n&atilde;o est&atilde;o atualizados. Segundo a concession&aacute;ria, faltam atender oito mil fam&iacute;lias no estado.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Enquanto o problema n&atilde;o &eacute; resolvido, o ajudante de pedreiro, F&aacute;bio dos Santos Oliveira continua vivendo &agrave;s escuras. &ldquo;Eu n&atilde;o me sinto cidad&atilde;o. Eu fico me perguntado o motivo da gente estar t&atilde;o perto da cidade e sem energia.&rdquo;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O Minist&eacute;rio de Minas e Energia informa por nota que o repasse de R$ 85 mi, referente ao novo contrato firmado com a Celtins est&aacute; condicionado &agrave; regulariza&ccedil;&atilde;o fiscal da empresa. A concession&aacute;ria afirma que todas as pend&ecirc;ncias j&aacute; foram resolvidas. J&aacute; a assessoria de imprensa da Justi&ccedil;a Federal no estado ressalta que n&atilde;o tem data prevista para analisar o pedido de liminar da Defensoria P&uacute;blica.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="__mce_add_custom__" title="falta-energia.png" src="http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/product_images/uploaded_images/falta-energia.png" alt="falta-energia.png" width="300" height="225" /></p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">A quatro meses do fim do prazo estabelecido para instala&ccedil;&atilde;o de energia por meio do programa Luz para Todos, do governo federal, 10.852 mil fam&iacute;lias da zona rural do&nbsp;Tocantins&nbsp;continuam sem energia el&eacute;trica, segundo dados do Minist&eacute;rio de Minas e Energia. H&aacute; quatro anos, eles receberam a not&iacute;cia de que a energia el&eacute;trica ser&aacute; instalada at&eacute; o fim de 2014.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Em&nbsp;Mateiros, regi&atilde;o leste do estado, um poste de energia foi colocado a 100 metros da casa do produtor Arn&ocirc; Ribeiro de Souza, apesar disso, ele continua a viver sem luz. &ldquo;Tem uns tempos a&iacute;, fizeram o projeto e saiu para umas pessoas e outras n&atilde;o. N&oacute;s mesmo que moramos mais perto da rede n&atilde;o ganhamos energia.&rdquo; Alguns moradores compraram os fios, mas sem luz, eles est&atilde;o sendo usados para estender roupas.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">A dona de casa Cl&aacute;udia Rodrigues de Alencar mora a dois quil&ocirc;metros e meio de&nbsp;Palmas&nbsp;e a lamparina faz parte do dia a dia. &ldquo;Feij&atilde;o a gente cozinha s&oacute; aquele tanto para comer naquele dia, porque se deixar pro outro dia estraga, porque n&atilde;o tem geladeira, n&atilde;o tem energia.&rdquo;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Alegando falta de recursos, em 2012, a Celitns - concession&aacute;ria de energia do Tocantins - pediu para estender o prazo para implanta&ccedil;&atilde;o da rede de energia do Programa Luz para todos, at&eacute; 2027. A solicita&ccedil;&atilde;o foi negada pela Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel).</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O defensor p&uacute;blico estadual, Arthur Luiz de P&aacute;dua conta que em maio deste ano, as Defensorias P&uacute;blicas da Uni&atilde;o e do Estado entraram na justi&ccedil;a para que o governo federal e a Eletronorte assumam o servi&ccedil;o do Luz para Todos no Tocantins. &ldquo;Os servi&ccedil;os foram iniciados e n&atilde;o foram conclu&iacute;dos. A prova da inefici&ecirc;ncia j&aacute; est&aacute; devidamente constatada neste processo judicial."</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Por nota, a Celtins afirma que os dados da a&ccedil;&atilde;o judicial s&atilde;o de 2012 e n&atilde;o est&atilde;o atualizados. Segundo a concession&aacute;ria, faltam atender oito mil fam&iacute;lias no estado.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Enquanto o problema n&atilde;o &eacute; resolvido, o ajudante de pedreiro, F&aacute;bio dos Santos Oliveira continua vivendo &agrave;s escuras. &ldquo;Eu n&atilde;o me sinto cidad&atilde;o. Eu fico me perguntado o motivo da gente estar t&atilde;o perto da cidade e sem energia.&rdquo;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O Minist&eacute;rio de Minas e Energia informa por nota que o repasse de R$ 85 mi, referente ao novo contrato firmado com a Celtins est&aacute; condicionado &agrave; regulariza&ccedil;&atilde;o fiscal da empresa. A concession&aacute;ria afirma que todas as pend&ecirc;ncias j&aacute; foram resolvidas. J&aacute; a assessoria de imprensa da Justi&ccedil;a Federal no estado ressalta que n&atilde;o tem data prevista para analisar o pedido de liminar da Defensoria P&uacute;blica.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Aneel está preocupada com a baixa eficiência da energia das PCHs]]></title>
			<link>http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/blog/28/Aneel-est%E1-preocupada-com-a-baixa-efici%EAncia-da-energia-das-PCHs.html</link>
			<pubDate>Tue, 05 Aug 2014 09:24:51 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/blog/28/Aneel-est%E1-preocupada-com-a-baixa-efici%EAncia-da-energia-das-PCHs.html</guid>
			<description><![CDATA[<p><img class="__mce_add_custom__" title="energia2.jpg" src="http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/product_images/uploaded_images/energia2.jpg" alt="energia2.jpg" width="267" height="188" /></p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">A diretoria da Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel) decidiu encerrar a audi&ecirc;ncia p&uacute;blica n&ordm; 68/2012 sem um encaminho normativo. A audi&ecirc;ncia tratou da defini&ccedil;&atilde;o de par&acirc;metros regulat&oacute;rios associados &agrave; aprova&ccedil;&atilde;o de projetos b&aacute;sicos de hidrel&eacute;tricas n&atilde;o despachadas centralizadamente. "Ainda que a proposta (AP68) contemple parte do problema dos par&acirc;metros de efici&ecirc;ncia eletroenerg&eacute;tica, n&atilde;o compreende a totalidade dos estudos definidos do potencial hidrel&eacute;trico que corresponde ao cerne do processo em quest&atilde;o", disse o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, na &uacute;ltima ter&ccedil;a-feira (29/7), durante reuni&atilde;o ordin&aacute;ria.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O desfecho foi considerado positivo pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Gera&ccedil;&atilde;o de Energia Limpa (Abragel), mas n&atilde;o quanto &agrave; manifesta&ccedil;&atilde;o do diretor-geral, Romeu Rufino,&nbsp;que declarou permancer "a preocupa&ccedil;&atilde;o com o fato de que grande parte as usinas n&atilde;o despachas centralizadamente gera sistematicamente abaixo de sua garantia f&iacute;sica. Diante desta constata&ccedil;&atilde;o, a Aneel n&atilde;o pode ficar inerte, devendo buscar medidas para a converg&ecirc;ncia entre garantia f&iacute;sica e a capacidade de gera&ccedil;&atilde;o das usinas".</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">"N&oacute;s discordamos radicalmente dessa afirma&ccedil;&atilde;o&rdquo;, disse Charles Lenzi, presidente da Abragel. &ldquo;Dados de gera&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria C&acirc;mara de Comercializa&ccedil;&atilde;o de Energia El&eacute;trica (CCEE) mostram que, em termos de fontes renov&aacute;veis, as PCHS s&atilde;o as que apresentam, na m&eacute;dia dos &uacute;ltimos treze meses, o melhor fator de capacidade."</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Segundo, Lezi o encaminhamento da Aneel teve um ponto positivo, na medida que atende a um dos pleitos da associa&ccedil;&atilde;o: simplificar os procedimentos de an&aacute;lise de projetos b&aacute;sicos de pequenas centrais hidrel&eacute;tricas. Entretanto, a Aneel deu sinais de que continuar&aacute; buscando um regulamento mais rigoroso no que se refere aos par&acirc;metros t&eacute;cnicos que levam ao c&aacute;lculo da garantia f&iacute;sica.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">A AP68 "tabelava" uma s&eacute;rie de par&acirc;metros t&eacute;cnicos relacionados &agrave; defini&ccedil;&atilde;o da garantia f&iacute;sica de empreendimentos hidrel&eacute;tricos. No entendimento dos agentes, por&eacute;m, tal padroniza&ccedil;&atilde;o penalizaria os melhores projetos, podendo, inclusive, comprometer a viabilidade econ&ocirc;mica de algumas usinas. Al&eacute;m disso, a unifica&ccedil;&atilde;o dos par&acirc;metros proposto na audi&ecirc;ncia p&uacute;blica desestimularia esfor&ccedil;os em efici&ecirc;ncia e aumento de produtividade das usinas. "O que a gente entende, em termos de pequenas centrais, &eacute; que cada projeto &eacute; &uacute;nico e precisa ser analisado como tal", disse Lenzi.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Diante dos argumentos, a Aneel decidiu encerrar a AP68, mas sugeriu uma mudan&ccedil;a nas regras que envolvem a garantia f&iacute;sica. "Considero que alongar a responsabilidade do agente titular do projeto b&aacute;sico, em caso de eventual produ&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica aqu&eacute;m das expectativas, &eacute; uma alternativa a ser avaliada nesse processo", disse Rufino. "Como o agente &eacute; respons&aacute;vel pelas informa&ccedil;&otilde;es que submete &agrave; Aneel, ele tamb&eacute;m deve arcar com a responsabilidade da n&atilde;o confirma&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica do projeto", completou.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Para ele, a gera&ccedil;&atilde;o abaixo do esperado n&atilde;o deve ser suportada integramente pelo Mecanismo de Realoca&ccedil;&atilde;o de Energia (MRE), onerando terceiros e prejudicando o planejamento. "Deve ser alocado ao respons&aacute;vel pelo empreendimento. O agente deve avaliar os efeitos das informa&ccedil;&otilde;es pertinentes ao projeto b&aacute;sico." De acordo com o diretor-geral da Aneel, o desafio do novo ato normativo ser&aacute; buscar o equil&iacute;brio entre o resultado a garantia f&iacute;sica e a gera&ccedil;&atilde;o de energia.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">A garantia f&iacute;sica &eacute; a energia efetiva que uma usina &eacute; capaz de gerar em condi&ccedil;&otilde;es normais de aflu&ecirc;ncias. Ela serve como fiador na hora do agente buscar financiamento para os seus projetos, bem como baliza o equil&iacute;brio econ&ocirc;mico e financeiro do empreendimento. Quando uma usina gera abaixo (e &eacute; participante do MRE) outros agentes compensam aquela falta de gera&ccedil;&atilde;o.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Lenzi afirmou que vai procurar a diretoria da Aneel para debater o assunto e ter um pouco mais de entendimento a respeito dessa preocupa&ccedil;&atilde;o. "Vamos apresentar nossos argumentos", finalizou.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="__mce_add_custom__" title="energia2.jpg" src="http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/product_images/uploaded_images/energia2.jpg" alt="energia2.jpg" width="267" height="188" /></p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">A diretoria da Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel) decidiu encerrar a audi&ecirc;ncia p&uacute;blica n&ordm; 68/2012 sem um encaminho normativo. A audi&ecirc;ncia tratou da defini&ccedil;&atilde;o de par&acirc;metros regulat&oacute;rios associados &agrave; aprova&ccedil;&atilde;o de projetos b&aacute;sicos de hidrel&eacute;tricas n&atilde;o despachadas centralizadamente. "Ainda que a proposta (AP68) contemple parte do problema dos par&acirc;metros de efici&ecirc;ncia eletroenerg&eacute;tica, n&atilde;o compreende a totalidade dos estudos definidos do potencial hidrel&eacute;trico que corresponde ao cerne do processo em quest&atilde;o", disse o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, na &uacute;ltima ter&ccedil;a-feira (29/7), durante reuni&atilde;o ordin&aacute;ria.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O desfecho foi considerado positivo pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Gera&ccedil;&atilde;o de Energia Limpa (Abragel), mas n&atilde;o quanto &agrave; manifesta&ccedil;&atilde;o do diretor-geral, Romeu Rufino,&nbsp;que declarou permancer "a preocupa&ccedil;&atilde;o com o fato de que grande parte as usinas n&atilde;o despachas centralizadamente gera sistematicamente abaixo de sua garantia f&iacute;sica. Diante desta constata&ccedil;&atilde;o, a Aneel n&atilde;o pode ficar inerte, devendo buscar medidas para a converg&ecirc;ncia entre garantia f&iacute;sica e a capacidade de gera&ccedil;&atilde;o das usinas".</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">"N&oacute;s discordamos radicalmente dessa afirma&ccedil;&atilde;o&rdquo;, disse Charles Lenzi, presidente da Abragel. &ldquo;Dados de gera&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria C&acirc;mara de Comercializa&ccedil;&atilde;o de Energia El&eacute;trica (CCEE) mostram que, em termos de fontes renov&aacute;veis, as PCHS s&atilde;o as que apresentam, na m&eacute;dia dos &uacute;ltimos treze meses, o melhor fator de capacidade."</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Segundo, Lezi o encaminhamento da Aneel teve um ponto positivo, na medida que atende a um dos pleitos da associa&ccedil;&atilde;o: simplificar os procedimentos de an&aacute;lise de projetos b&aacute;sicos de pequenas centrais hidrel&eacute;tricas. Entretanto, a Aneel deu sinais de que continuar&aacute; buscando um regulamento mais rigoroso no que se refere aos par&acirc;metros t&eacute;cnicos que levam ao c&aacute;lculo da garantia f&iacute;sica.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">A AP68 "tabelava" uma s&eacute;rie de par&acirc;metros t&eacute;cnicos relacionados &agrave; defini&ccedil;&atilde;o da garantia f&iacute;sica de empreendimentos hidrel&eacute;tricos. No entendimento dos agentes, por&eacute;m, tal padroniza&ccedil;&atilde;o penalizaria os melhores projetos, podendo, inclusive, comprometer a viabilidade econ&ocirc;mica de algumas usinas. Al&eacute;m disso, a unifica&ccedil;&atilde;o dos par&acirc;metros proposto na audi&ecirc;ncia p&uacute;blica desestimularia esfor&ccedil;os em efici&ecirc;ncia e aumento de produtividade das usinas. "O que a gente entende, em termos de pequenas centrais, &eacute; que cada projeto &eacute; &uacute;nico e precisa ser analisado como tal", disse Lenzi.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Diante dos argumentos, a Aneel decidiu encerrar a AP68, mas sugeriu uma mudan&ccedil;a nas regras que envolvem a garantia f&iacute;sica. "Considero que alongar a responsabilidade do agente titular do projeto b&aacute;sico, em caso de eventual produ&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica aqu&eacute;m das expectativas, &eacute; uma alternativa a ser avaliada nesse processo", disse Rufino. "Como o agente &eacute; respons&aacute;vel pelas informa&ccedil;&otilde;es que submete &agrave; Aneel, ele tamb&eacute;m deve arcar com a responsabilidade da n&atilde;o confirma&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica do projeto", completou.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Para ele, a gera&ccedil;&atilde;o abaixo do esperado n&atilde;o deve ser suportada integramente pelo Mecanismo de Realoca&ccedil;&atilde;o de Energia (MRE), onerando terceiros e prejudicando o planejamento. "Deve ser alocado ao respons&aacute;vel pelo empreendimento. O agente deve avaliar os efeitos das informa&ccedil;&otilde;es pertinentes ao projeto b&aacute;sico." De acordo com o diretor-geral da Aneel, o desafio do novo ato normativo ser&aacute; buscar o equil&iacute;brio entre o resultado a garantia f&iacute;sica e a gera&ccedil;&atilde;o de energia.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">A garantia f&iacute;sica &eacute; a energia efetiva que uma usina &eacute; capaz de gerar em condi&ccedil;&otilde;es normais de aflu&ecirc;ncias. Ela serve como fiador na hora do agente buscar financiamento para os seus projetos, bem como baliza o equil&iacute;brio econ&ocirc;mico e financeiro do empreendimento. Quando uma usina gera abaixo (e &eacute; participante do MRE) outros agentes compensam aquela falta de gera&ccedil;&atilde;o.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Lenzi afirmou que vai procurar a diretoria da Aneel para debater o assunto e ter um pouco mais de entendimento a respeito dessa preocupa&ccedil;&atilde;o. "Vamos apresentar nossos argumentos", finalizou.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Gerador de energia é alugado para regularizar fornecimento em hospital]]></title>
			<link>http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/blog/27/Gerador-de-energia-%E9-alugado-para-regularizar-fornecimento-em-hospital.html</link>
			<pubDate>Mon, 04 Aug 2014 10:28:20 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/blog/27/Gerador-de-energia-%E9-alugado-para-regularizar-fornecimento-em-hospital.html</guid>
			<description><![CDATA[<h2>Transformador queimou e dire&ccedil;&atilde;o do hospital alugou um gerador de energia.<br style="font-family: inherit; font-size: 18px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; background: transparent;" />Unidade de sa&uacute;de do Dirceu II ficou sem energia por quase 48h.</h2>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Pacientes do Hospital do Dirceu II, na Zona Sudeste, sofreram com a falta de energia por quase&nbsp; 48 horas. Segundo a dire&ccedil;&atilde;o do hospital, como o transformador da unidade queimou e n&atilde;o havia como trocar por um novo em pleno fim de semana, foi preciso alugar um gerador de energia. Com isso o fornecimento de eletricidade est&aacute; regularizado desde as 13h deste domingo (3).</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&ldquo;A dire&ccedil;&atilde;o do hospital do bairro Dirceu Arcoverde II informa que a falta de energia naquela unidade de sa&uacute;de aconteceu na noite de sexta-feira, 01, e imediatamente o gerador do hospital foi colocado em funcionamento para garantir energia el&eacute;trica no centro cir&uacute;rgico e enfermarias. A dire&ccedil;&atilde;o do hospital informa que apenas quatro pacientes foram transferidos para outros hospitais&rdquo;, disse a por meio de nota &agrave; imprensa.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Ainda de acordo com a FHT, a Eletrobras s&oacute; enviou uma equipe para averiguar a situa&ccedil;&atilde;o quase 24 horas ap&oacute;s o fato. "A Eletrobras foi contactada imediatamente, mas s&oacute; compareceu ao local &agrave;s 16 horas de s&aacute;bado quando constatou a queima do transformador. A dire&ccedil;&atilde;o do hospital lamenta que a Eletrobr&aacute;s s&oacute; tenha deslocado equipe ao hospital com quase 24 horas ap&oacute;s o chamado", relata o texto.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">"Como a Eletrobr&aacute;s n&atilde;o faz conserto de transformador particular e n&atilde;o havia como adquirir um novo equipamento por ser final de semana, a solu&ccedil;&atilde;o foi alugar um gerador que est&aacute; em funcionamento desde as 13 horas deste domingo. Na manh&atilde; desta segunda-feira, 4, ser&aacute; instalado um novo transformador no hospital do Dirceu", finalizou a nota.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Transformador queimou e dire&ccedil;&atilde;o do hospital alugou um gerador de energia.<br style="font-family: inherit; font-size: 18px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; background: transparent;" />Unidade de sa&uacute;de do Dirceu II ficou sem energia por quase 48h.</h2>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Pacientes do Hospital do Dirceu II, na Zona Sudeste, sofreram com a falta de energia por quase&nbsp; 48 horas. Segundo a dire&ccedil;&atilde;o do hospital, como o transformador da unidade queimou e n&atilde;o havia como trocar por um novo em pleno fim de semana, foi preciso alugar um gerador de energia. Com isso o fornecimento de eletricidade est&aacute; regularizado desde as 13h deste domingo (3).</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&ldquo;A dire&ccedil;&atilde;o do hospital do bairro Dirceu Arcoverde II informa que a falta de energia naquela unidade de sa&uacute;de aconteceu na noite de sexta-feira, 01, e imediatamente o gerador do hospital foi colocado em funcionamento para garantir energia el&eacute;trica no centro cir&uacute;rgico e enfermarias. A dire&ccedil;&atilde;o do hospital informa que apenas quatro pacientes foram transferidos para outros hospitais&rdquo;, disse a por meio de nota &agrave; imprensa.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Ainda de acordo com a FHT, a Eletrobras s&oacute; enviou uma equipe para averiguar a situa&ccedil;&atilde;o quase 24 horas ap&oacute;s o fato. "A Eletrobras foi contactada imediatamente, mas s&oacute; compareceu ao local &agrave;s 16 horas de s&aacute;bado quando constatou a queima do transformador. A dire&ccedil;&atilde;o do hospital lamenta que a Eletrobr&aacute;s s&oacute; tenha deslocado equipe ao hospital com quase 24 horas ap&oacute;s o chamado", relata o texto.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">"Como a Eletrobr&aacute;s n&atilde;o faz conserto de transformador particular e n&atilde;o havia como adquirir um novo equipamento por ser final de semana, a solu&ccedil;&atilde;o foi alugar um gerador que est&aacute; em funcionamento desde as 13 horas deste domingo. Na manh&atilde; desta segunda-feira, 4, ser&aacute; instalado um novo transformador no hospital do Dirceu", finalizou a nota.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Apagão deixa 200 mil pessoas sem energia elétrica]]></title>
			<link>http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/blog/26/Apag%E3o-deixa-200-mil-pessoas-sem-energia-el%E9trica.html</link>
			<pubDate>Mon, 04 Aug 2014 09:47:54 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/blog/26/Apag%E3o-deixa-200-mil-pessoas-sem-energia-el%E9trica.html</guid>
			<description><![CDATA[<h2 style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">Queda de energia aconteceu por volta das 20h, em v&aacute;rios bairros da cidade de Maringa.<br />Segundo a Copel, o problema foi causado pela explos&atilde;o de um disjuntor.</h2>
<p><img class="__mce_add_custom__" title="MARINGA.jpg" src="http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/product_images/uploaded_images/MARINGA.jpg" alt="MARINGA.jpg" width="500" height="375" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Um apag&atilde;o deixou cerca de 200 mil pessoas sem luz durante a noite de sexta-feira (1&ordm;) em&nbsp;<a href="http://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/cidade/maringa.html">Maring&aacute;</a>, no norte do&nbsp;<a href="http://g1.globo.com/topico/parana.html">Paran&aacute;</a>, de acordo com a Companhia Paranaense de Energia (Copel). Os bairros mais afetados foram os da zona norte da cidade.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Conforme a empresa, a queda de energia foi causada pela explos&atilde;o de um disjuntor em uma das maiores esta&ccedil;&otilde;es de abastecimento do munic&iacute;pio, no Jardim Alvorada, por volta das 20h. Mais de 95 mil unidades consumidoras ficaram sem abastecimento.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">A luz come&ccedil;ou a ser reestabelecida por volta das 22h da sexta-feira, segundo a&nbsp;<a href="http://g1.globo.com/topico/copel/">Copel</a>. No come&ccedil;o da manh&atilde; deste s&aacute;bado (2), todas as unidades afetadas j&aacute; recebiam energia normalmente, diz a companhia.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">Queda de energia aconteceu por volta das 20h, em v&aacute;rios bairros da cidade de Maringa.<br />Segundo a Copel, o problema foi causado pela explos&atilde;o de um disjuntor.</h2>
<p><img class="__mce_add_custom__" title="MARINGA.jpg" src="http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/product_images/uploaded_images/MARINGA.jpg" alt="MARINGA.jpg" width="500" height="375" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Um apag&atilde;o deixou cerca de 200 mil pessoas sem luz durante a noite de sexta-feira (1&ordm;) em&nbsp;<a href="http://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/cidade/maringa.html">Maring&aacute;</a>, no norte do&nbsp;<a href="http://g1.globo.com/topico/parana.html">Paran&aacute;</a>, de acordo com a Companhia Paranaense de Energia (Copel). Os bairros mais afetados foram os da zona norte da cidade.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Conforme a empresa, a queda de energia foi causada pela explos&atilde;o de um disjuntor em uma das maiores esta&ccedil;&otilde;es de abastecimento do munic&iacute;pio, no Jardim Alvorada, por volta das 20h. Mais de 95 mil unidades consumidoras ficaram sem abastecimento.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">A luz come&ccedil;ou a ser reestabelecida por volta das 22h da sexta-feira, segundo a&nbsp;<a href="http://g1.globo.com/topico/copel/">Copel</a>. No come&ccedil;o da manh&atilde; deste s&aacute;bado (2), todas as unidades afetadas j&aacute; recebiam energia normalmente, diz a companhia.</p>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Analistas alertam que custo da energia ameaça frear economia]]></title>
			<link>http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/blog/25/Analistas-alertam-que-custo-da-energia-amea%E7a-frear-economia.html</link>
			<pubDate>Fri, 01 Aug 2014 08:45:34 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/blog/25/Analistas-alertam-que-custo-da-energia-amea%E7a-frear-economia.html</guid>
			<description><![CDATA[<h2 style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">O alto custo da energia e incertezas sobre o abastecimento amea&ccedil;am a economia nacional.</h2>
<p><img class="__mce_add_custom__" title="custos.jpg" src="http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/product_images/uploaded_images/custos.jpg" alt="custos.jpg" width="460" height="305" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O alto custo da energia no Brasil e incertezas sobre o abastecimento desse insumo amea&ccedil;am tornar-se mais um freio para a economia, alertam analistas</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">De acordo com Adriano Pires, do CDIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura), &eacute; dif&iacute;cil quantificar com precis&atilde;o o impacto dessa combina&ccedil;&atilde;o sobre o PIB, "mas ele certamente ser&aacute; significativo, principalmente na ind&uacute;stria".</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; J&aacute; temos at&eacute; empresas inadimplentes, que amea&ccedil;am fechar as portas por n&atilde;o estarem preparadas para esse aumento em seus custos de energia.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">A seca e o baixo n&iacute;vel dos reservat&oacute;rios do Sudeste/Centro-Oeste fizeram o pre&ccedil;o da energia el&eacute;trica no mercado de curto prazo &mdash; o PLD (Pre&ccedil;o de Liquida&ccedil;&atilde;o das Diferen&ccedil;as) &mdash; bater seu valor m&aacute;ximo (permitido por lei) de R$ 822 o megawatt hora (MWh) no primeiro semestre (caindo para algo em torno de R$ 700 nas &uacute;ltimas semanas).</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Em parte, isso ocorre porque, sem chuvas, &eacute; preciso acionar usinas termel&eacute;tricas, cujo custo de opera&ccedil;&atilde;o &eacute; maior.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Para se ter uma ideia, em per&iacute;odos de chuvas regulares, dentro da m&eacute;dia hist&oacute;rica, o pre&ccedil;o da energia nesse mercado costuma ficar abaixo dos R$ 100 o MWh. H&aacute; tr&ecirc;s anos, rondava os R$ 30.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Em meio a uma alta t&atilde;o acentuada, come&ccedil;aram a vir &agrave; tona not&iacute;cias de empresas eletrointensivas que, para amenizar as perdas causadas pela desacelera&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica e demanda fraca, est&atilde;o vendendo seu excedente de energia no mercado de curto prazo &mdash; e lucrando mais do que se estivessem produzindo</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"><strong>Venda de energia</strong></p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">"Em geral, s&atilde;o empresas que usam muita energia, como produtoras de alum&iacute;nio, ferroligas e cloro-soda", explica Ildo Sauer, diretor do Instituto de Energia e Ambiente da USP.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; Algumas s&atilde;o s&oacute;cias em usinas ou t&ecirc;m contratos antigos de compra de energia, que lhes garantem um suprimento do insumo a pre&ccedil;os mais baixos.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Al&eacute;m disso, o alto custo no mercado de curto prazo tamb&eacute;m estaria afetando a negocia&ccedil;&atilde;o de contratos de m&eacute;dio e longo prazo, como explica Leontina Pinto, diretora da consultoria Engenho e ex-pesquisadora do Cepel (Centro de Pesquisa de Energia El&eacute;trica).</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Segundo Pinto, um cen&aacute;rio de "incertezas" sobre o suprimento energ&eacute;tico estaria levando muitas empresas a revisar seus planos de investimentos.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; Para come&ccedil;ar, com a alta do pre&ccedil;o a curto prazo, ningu&eacute;m vende a longo prazo &mdash; ent&atilde;o n&atilde;o h&aacute; energia para quem quer manter a produ&ccedil;&atilde;o (...) Al&eacute;m disso, com a amea&ccedil;a de racionamento, muitas ind&uacute;strias optaram por n&atilde;o esperar o poss&iacute;vel 'apag&atilde;o' e j&aacute; decidiram reduzir a sua produ&ccedil;&atilde;o no Pa&iacute;s, substituindo-a por importa&ccedil;&otilde;es ou remanejando a produ&ccedil;&atilde;o para o exterior &mdash; o que &eacute; um duro golpe na ind&uacute;stria, e pode ter consequ&ecirc;ncias muito severas para a economia.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"><strong>Opini&otilde;es divergentes</strong></p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O tema, por&eacute;m, &eacute; controverso. Para Walter de Vitto, da consultoria Tend&ecirc;ncias, por exemplo, n&atilde;o surpreende que o alto pre&ccedil;o da energia estimule as empresas a cortar o consumo.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; De certa forma, esse &eacute; um mecanismo de autorregula&ccedil;&atilde;o do setor: com menos consumo, os pre&ccedil;os tendem a cair.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Segundo De Vitto, apesar do atraso na constru&ccedil;&atilde;o de algumas usinas, est&atilde;o sendo tomadas a&ccedil;&otilde;es adequadas para a expans&atilde;o do sistema el&eacute;trico e os custos altos de energia s&atilde;o um problema essencialmente conjuntural.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O n&iacute;vel dos reservat&oacute;rios das usinas do Sudeste/Centro-Oeste, que concentram 70% da capacidade de armazenamento do Pa&iacute;s, hoje est&aacute; em 35%, contra 62% de julho do ano passado.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">"O problema &eacute; que esse mecanismo de ajuste do consumo ao pre&ccedil;o s&oacute; existe no mercado livre, que atende grandes consumidores", opina de Vitto.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; No [mercado&91; regulado, a distribuidora est&aacute; bancando esse aumento de custo e s&oacute; vai repassar as perdas para os consumidores na revis&atilde;o das tarifas.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"><strong>Mercado</strong></p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">No Brasil, os grandes consumidores compram energia el&eacute;trica das geradoras no chamado mercado livre, n&atilde;o regulado pelo governo e nos quais as condi&ccedil;&otilde;es dos contratos s&atilde;o definidas livremente.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">J&aacute; as distribuidoras que abastecem resid&ecirc;ncias, com&eacute;rcios, pequenas ind&uacute;strias e servi&ccedil;os adquirem o insumo no mercado cativo (ou regulado), em leil&otilde;es nos quais as condi&ccedil;&otilde;es de pre&ccedil;o s&atilde;o determinadas pela Aneel (Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica).</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Os contratos desses dois mercados s&atilde;o registrados na CCEE (C&acirc;mara de Comercializa&ccedil;&atilde;o de Energia El&eacute;trica), que mede a energia efetivamente produzida e consumida por cada agente do sistema el&eacute;trico.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Quem consumiu mais do que contratou paga a diferen&ccedil;a pelo PLD no chamado mercado de curto prazo. E quem consumiu menos, recebe pelo mesmo pre&ccedil;o, cujo c&aacute;lculo considera a disponibilidade de &aacute;gua para a produ&ccedil;&atilde;o de energia (ver esquema abaixo).</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">"Como algumas distribuidoras n&atilde;o tinham contratado toda a energia utilizada, acabaram com uma conta bilion&aacute;ria com a alta do PLD", explica de Vitto.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Em abril, o governo intermediou um empr&eacute;stimo de R$ 11,2 bilh&otilde;es para ajudar as distribuidoras e agora articula outro de R$ 6,5 bilh&otilde;es.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; Tais custos ter&atilde;o de ser repassados para os consumidores, por isso em 2015 prevemos um aumento da tarifa de energia el&eacute;trica de 20% a 25%, que representaria um impacto de 0,54 a 0,68 ponto percentual na infla&ccedil;&atilde;o.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"><strong>'Pe&ccedil;a de fic&ccedil;&atilde;o'</strong></p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O Minist&eacute;rio de Minas e Energia nega que seja necess&aacute;rio um reajuste de tal magnitude para acomodar as perdas das distribuidoras &mdash; s&oacute; admite um aumento de 2,6% em 2015.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Segundo M&aacute;rcio Zimmermann, secret&aacute;rio-executivo do minist&eacute;rio, "&eacute; pe&ccedil;a de fic&ccedil;&atilde;o falar em crise energ&eacute;tica no Brasil" e a prova da "sa&uacute;de" do sistema seria a atra&ccedil;&atilde;o de um grande volume de investimentos para sua expans&atilde;o.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O minist&eacute;rio tamb&eacute;m n&atilde;o v&ecirc; risco de racionamento - ou problema na venda de energia por empresas eletrointensivas.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; Se elas n&atilde;o usam a energia contratada podem vend&ecirc;-la &mdash; essas s&atilde;o as regras do jogo.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">A Abrace (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia) concorda com esse ponto de vista e nega que haja empresas parando de produzir para vender energia.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">"Isso n&atilde;o faria sentido do ponto de vista estrat&eacute;gico &mdash; mas se por um motivo ou outro sobra energia, &eacute; direito das empresas vender esse insumo", diz Camila Schoti, coordenadora de energia da Abrace. A associa&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m, reclama dos efeitos do alto pre&ccedil;o da eletricidade sobre a competitividade da ind&uacute;stria nacional.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">"Pa&iacute;ses como Fran&ccedil;a e Canad&aacute; t&ecirc;m pol&iacute;ticas bem-sucedidas de redu&ccedil;&atilde;o do custo desse insumo para a ind&uacute;stria", exemplifica Schoti.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; A falta de chuvas de fato &eacute; uma quest&atilde;o conjuntural, mas seria importante adotar estrat&eacute;gias de longo prazo que reduzissem os encargos para as empresas nessa &aacute;rea.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"><strong>Solu&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">N&atilde;o est&aacute; claro at&eacute; que ponto um aumento do volume de chuvas representaria uma solu&ccedil;&atilde;o definitiva para a quest&atilde;o.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Para Sauer, por exemplo, a hidrologia at&iacute;pica apenas exp&ocirc;s problemas estruturais do atual sistema el&eacute;trico brasileiro.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Ele opina que o governo teria errado, por exemplo, ao tentar impor uma redu&ccedil;&atilde;o de tarifas, sem garantir uma queda nos custos das distribuidoras. "O sistema deveria ser planejado de modo a n&atilde;o depender de mais ou menos chuva", diz.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; O pa&iacute;s tem recursos e&oacute;licos e hidr&aacute;ulicos suficientes para dobrar seu consumo de energia, mas para isso s&atilde;o necess&aacute;rios investimentos e uma gest&atilde;o mais racional do sistema.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">J&aacute; para de Vitto, o sistema parece ser relativamente adequado &agrave;s necessidades energ&eacute;ticas brasileiras.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; O que essa crise conjuntural est&aacute; mostrando &eacute; que talvez seja interessante um colch&atilde;o financeiro para amenizar a varia&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">O alto custo da energia e incertezas sobre o abastecimento amea&ccedil;am a economia nacional.</h2>
<p><img class="__mce_add_custom__" title="custos.jpg" src="http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/product_images/uploaded_images/custos.jpg" alt="custos.jpg" width="460" height="305" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O alto custo da energia no Brasil e incertezas sobre o abastecimento desse insumo amea&ccedil;am tornar-se mais um freio para a economia, alertam analistas</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">De acordo com Adriano Pires, do CDIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura), &eacute; dif&iacute;cil quantificar com precis&atilde;o o impacto dessa combina&ccedil;&atilde;o sobre o PIB, "mas ele certamente ser&aacute; significativo, principalmente na ind&uacute;stria".</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; J&aacute; temos at&eacute; empresas inadimplentes, que amea&ccedil;am fechar as portas por n&atilde;o estarem preparadas para esse aumento em seus custos de energia.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">A seca e o baixo n&iacute;vel dos reservat&oacute;rios do Sudeste/Centro-Oeste fizeram o pre&ccedil;o da energia el&eacute;trica no mercado de curto prazo &mdash; o PLD (Pre&ccedil;o de Liquida&ccedil;&atilde;o das Diferen&ccedil;as) &mdash; bater seu valor m&aacute;ximo (permitido por lei) de R$ 822 o megawatt hora (MWh) no primeiro semestre (caindo para algo em torno de R$ 700 nas &uacute;ltimas semanas).</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Em parte, isso ocorre porque, sem chuvas, &eacute; preciso acionar usinas termel&eacute;tricas, cujo custo de opera&ccedil;&atilde;o &eacute; maior.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Para se ter uma ideia, em per&iacute;odos de chuvas regulares, dentro da m&eacute;dia hist&oacute;rica, o pre&ccedil;o da energia nesse mercado costuma ficar abaixo dos R$ 100 o MWh. H&aacute; tr&ecirc;s anos, rondava os R$ 30.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Em meio a uma alta t&atilde;o acentuada, come&ccedil;aram a vir &agrave; tona not&iacute;cias de empresas eletrointensivas que, para amenizar as perdas causadas pela desacelera&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica e demanda fraca, est&atilde;o vendendo seu excedente de energia no mercado de curto prazo &mdash; e lucrando mais do que se estivessem produzindo</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"><strong>Venda de energia</strong></p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">"Em geral, s&atilde;o empresas que usam muita energia, como produtoras de alum&iacute;nio, ferroligas e cloro-soda", explica Ildo Sauer, diretor do Instituto de Energia e Ambiente da USP.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; Algumas s&atilde;o s&oacute;cias em usinas ou t&ecirc;m contratos antigos de compra de energia, que lhes garantem um suprimento do insumo a pre&ccedil;os mais baixos.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Al&eacute;m disso, o alto custo no mercado de curto prazo tamb&eacute;m estaria afetando a negocia&ccedil;&atilde;o de contratos de m&eacute;dio e longo prazo, como explica Leontina Pinto, diretora da consultoria Engenho e ex-pesquisadora do Cepel (Centro de Pesquisa de Energia El&eacute;trica).</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Segundo Pinto, um cen&aacute;rio de "incertezas" sobre o suprimento energ&eacute;tico estaria levando muitas empresas a revisar seus planos de investimentos.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; Para come&ccedil;ar, com a alta do pre&ccedil;o a curto prazo, ningu&eacute;m vende a longo prazo &mdash; ent&atilde;o n&atilde;o h&aacute; energia para quem quer manter a produ&ccedil;&atilde;o (...) Al&eacute;m disso, com a amea&ccedil;a de racionamento, muitas ind&uacute;strias optaram por n&atilde;o esperar o poss&iacute;vel 'apag&atilde;o' e j&aacute; decidiram reduzir a sua produ&ccedil;&atilde;o no Pa&iacute;s, substituindo-a por importa&ccedil;&otilde;es ou remanejando a produ&ccedil;&atilde;o para o exterior &mdash; o que &eacute; um duro golpe na ind&uacute;stria, e pode ter consequ&ecirc;ncias muito severas para a economia.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"><strong>Opini&otilde;es divergentes</strong></p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O tema, por&eacute;m, &eacute; controverso. Para Walter de Vitto, da consultoria Tend&ecirc;ncias, por exemplo, n&atilde;o surpreende que o alto pre&ccedil;o da energia estimule as empresas a cortar o consumo.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; De certa forma, esse &eacute; um mecanismo de autorregula&ccedil;&atilde;o do setor: com menos consumo, os pre&ccedil;os tendem a cair.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Segundo De Vitto, apesar do atraso na constru&ccedil;&atilde;o de algumas usinas, est&atilde;o sendo tomadas a&ccedil;&otilde;es adequadas para a expans&atilde;o do sistema el&eacute;trico e os custos altos de energia s&atilde;o um problema essencialmente conjuntural.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O n&iacute;vel dos reservat&oacute;rios das usinas do Sudeste/Centro-Oeste, que concentram 70% da capacidade de armazenamento do Pa&iacute;s, hoje est&aacute; em 35%, contra 62% de julho do ano passado.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">"O problema &eacute; que esse mecanismo de ajuste do consumo ao pre&ccedil;o s&oacute; existe no mercado livre, que atende grandes consumidores", opina de Vitto.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; No [mercado&91; regulado, a distribuidora est&aacute; bancando esse aumento de custo e s&oacute; vai repassar as perdas para os consumidores na revis&atilde;o das tarifas.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"><strong>Mercado</strong></p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">No Brasil, os grandes consumidores compram energia el&eacute;trica das geradoras no chamado mercado livre, n&atilde;o regulado pelo governo e nos quais as condi&ccedil;&otilde;es dos contratos s&atilde;o definidas livremente.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">J&aacute; as distribuidoras que abastecem resid&ecirc;ncias, com&eacute;rcios, pequenas ind&uacute;strias e servi&ccedil;os adquirem o insumo no mercado cativo (ou regulado), em leil&otilde;es nos quais as condi&ccedil;&otilde;es de pre&ccedil;o s&atilde;o determinadas pela Aneel (Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica).</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Os contratos desses dois mercados s&atilde;o registrados na CCEE (C&acirc;mara de Comercializa&ccedil;&atilde;o de Energia El&eacute;trica), que mede a energia efetivamente produzida e consumida por cada agente do sistema el&eacute;trico.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Quem consumiu mais do que contratou paga a diferen&ccedil;a pelo PLD no chamado mercado de curto prazo. E quem consumiu menos, recebe pelo mesmo pre&ccedil;o, cujo c&aacute;lculo considera a disponibilidade de &aacute;gua para a produ&ccedil;&atilde;o de energia (ver esquema abaixo).</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">"Como algumas distribuidoras n&atilde;o tinham contratado toda a energia utilizada, acabaram com uma conta bilion&aacute;ria com a alta do PLD", explica de Vitto.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Em abril, o governo intermediou um empr&eacute;stimo de R$ 11,2 bilh&otilde;es para ajudar as distribuidoras e agora articula outro de R$ 6,5 bilh&otilde;es.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; Tais custos ter&atilde;o de ser repassados para os consumidores, por isso em 2015 prevemos um aumento da tarifa de energia el&eacute;trica de 20% a 25%, que representaria um impacto de 0,54 a 0,68 ponto percentual na infla&ccedil;&atilde;o.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"><strong>'Pe&ccedil;a de fic&ccedil;&atilde;o'</strong></p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O Minist&eacute;rio de Minas e Energia nega que seja necess&aacute;rio um reajuste de tal magnitude para acomodar as perdas das distribuidoras &mdash; s&oacute; admite um aumento de 2,6% em 2015.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Segundo M&aacute;rcio Zimmermann, secret&aacute;rio-executivo do minist&eacute;rio, "&eacute; pe&ccedil;a de fic&ccedil;&atilde;o falar em crise energ&eacute;tica no Brasil" e a prova da "sa&uacute;de" do sistema seria a atra&ccedil;&atilde;o de um grande volume de investimentos para sua expans&atilde;o.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O minist&eacute;rio tamb&eacute;m n&atilde;o v&ecirc; risco de racionamento - ou problema na venda de energia por empresas eletrointensivas.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; Se elas n&atilde;o usam a energia contratada podem vend&ecirc;-la &mdash; essas s&atilde;o as regras do jogo.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">A Abrace (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia) concorda com esse ponto de vista e nega que haja empresas parando de produzir para vender energia.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">"Isso n&atilde;o faria sentido do ponto de vista estrat&eacute;gico &mdash; mas se por um motivo ou outro sobra energia, &eacute; direito das empresas vender esse insumo", diz Camila Schoti, coordenadora de energia da Abrace. A associa&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m, reclama dos efeitos do alto pre&ccedil;o da eletricidade sobre a competitividade da ind&uacute;stria nacional.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">"Pa&iacute;ses como Fran&ccedil;a e Canad&aacute; t&ecirc;m pol&iacute;ticas bem-sucedidas de redu&ccedil;&atilde;o do custo desse insumo para a ind&uacute;stria", exemplifica Schoti.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; A falta de chuvas de fato &eacute; uma quest&atilde;o conjuntural, mas seria importante adotar estrat&eacute;gias de longo prazo que reduzissem os encargos para as empresas nessa &aacute;rea.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"><strong>Solu&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">N&atilde;o est&aacute; claro at&eacute; que ponto um aumento do volume de chuvas representaria uma solu&ccedil;&atilde;o definitiva para a quest&atilde;o.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Para Sauer, por exemplo, a hidrologia at&iacute;pica apenas exp&ocirc;s problemas estruturais do atual sistema el&eacute;trico brasileiro.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Ele opina que o governo teria errado, por exemplo, ao tentar impor uma redu&ccedil;&atilde;o de tarifas, sem garantir uma queda nos custos das distribuidoras. "O sistema deveria ser planejado de modo a n&atilde;o depender de mais ou menos chuva", diz.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; O pa&iacute;s tem recursos e&oacute;licos e hidr&aacute;ulicos suficientes para dobrar seu consumo de energia, mas para isso s&atilde;o necess&aacute;rios investimentos e uma gest&atilde;o mais racional do sistema.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">J&aacute; para de Vitto, o sistema parece ser relativamente adequado &agrave;s necessidades energ&eacute;ticas brasileiras.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; O que essa crise conjuntural est&aacute; mostrando &eacute; que talvez seja interessante um colch&atilde;o financeiro para amenizar a varia&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os.</p>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Crise de energia custará R$ 66 bi este ano]]></title>
			<link>http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/blog/24/Crise-de-energia-custar%E1-R%24-66-bi-este-ano.html</link>
			<pubDate>Fri, 01 Aug 2014 08:28:52 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/blog/24/Crise-de-energia-custar%E1-R%24-66-bi-este-ano.html</guid>
			<description><![CDATA[<h2><span style="font-family: monospace; font-size: medium; white-space: pre-wrap;">Resultado poderia ser um aumento de at&eacute; 29% na conta de luz; governo diz que aumentos ser&atilde;o escalonados</span></h2>
<p><span style="font-family: monospace; font-size: medium; white-space: pre-wrap;"><img class="__mce_add_custom__" title="aumento.jpg" src="http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/product_images/uploaded_images/aumento.jpg" alt="aumento.jpg" width="378" height="133" /></span></p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">A crise do setor el&eacute;trico dever&aacute; representar um custo de R$ 66 bilh&otilde;es para o Brasil, sendo que a grande maioria desse montante ser&aacute; paga pelo consumidor na conta de luz. O c&aacute;lculo consta de relat&oacute;rio feito pelos analistas do banco JP Morgan, Marcos Severine e Henrique Peretti. No documento, eles preveem que a tarifa de energia poderia subir at&eacute; 29% no ano que vem.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Segundo os analistas, s&oacute; o custo da energia t&eacute;rmica custar&aacute; R$ 28,9 bilh&otilde;es. Desde o ano passado, com menos chuvas e queda no n&iacute;vel dos reservat&oacute;rio, todas as t&eacute;rmicas - desde as mais baratas at&eacute; as mais caras - est&atilde;o sendo obrigadas a operar de forma ininterrupta para poupar &aacute;gua. Na quarta-feira, por exemplo, as t&eacute;rmicas representavam 24,81% da gera&ccedil;&atilde;o nacional e as hidrel&eacute;tricas, 56,28%. Em tempos de reservat&oacute;rio cheio, as h&iacute;dricas podem gerar cerca de 90% da energia consumida no Pa&iacute;s.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"><span style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">No &uacute;ltimo c&aacute;lculo feito pelo JP Morgan h&aacute; dois meses, Severine e Peretti apontavam para um custo de R$ 55 bilh&otilde;es neste ano no setor el&eacute;trico. Mas, no meio do caminho, a exposi&ccedil;&atilde;o dos geradores no mercado de curto prazo aumentou e pode representar R$ 25,1 bilh&otilde;es (a previs&atilde;o inicial era R$ 14 bilh&otilde;es).</span></p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O problema surgiu com a redu&ccedil;&atilde;o do consumo e manuten&ccedil;&atilde;o da gera&ccedil;&atilde;o termoel&eacute;trica nos &uacute;ltimos meses. Na pr&aacute;tica, isso significou menos gera&ccedil;&atilde;o das hidrel&eacute;tricas, que entregaram quantidade inferior ao previsto nos contratos. Os geradores querem um tratamento especial, a exemplo do dado &agrave;s distribuidoras. Mas, por enquanto, o governo federal afirma que essas perdas s&atilde;o risco do neg&oacute;cio dos produtores.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Para completar a conta, ainda h&aacute; a exposi&ccedil;&atilde;o involunt&aacute;ria das distribuidoras que ficaram sem contrato para garantir 100% do mercado, que somaria R$ 11,8 bilh&otilde;es.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Todos esses custos, uma hora ou outra, ser&atilde;o repassados para o bolso do consumidor brasileiro. Pelo documento, s&oacute; de repasses que n&atilde;o foram feitos este ano s&atilde;o 18,5% que teriam de entrar na tarifa em 2015. Junta-se a isso subs&iacute;dios concedidos pelo governo federal em 2013, empr&eacute;stimo feito pela C&acirc;mara de Comercializa&ccedil;&atilde;o de Energia El&eacute;trica (CCEE) que come&ccedil;a a ser pago no ano que vem e repasses da Conta de Desenvolvimento Energ&eacute;tico (CDE). No final, a conta poderia subir at&eacute; 29%.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O Minist&eacute;rio de Minas e Energia, no entanto, garante que o aumento ficar&aacute; abaixo de dois d&iacute;gitos e que ser&aacute; escalonado ao longo dos pr&oacute;ximos anos. Por outro lado, a Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel), respons&aacute;vel pela an&aacute;lise e autoriza&ccedil;&atilde;o dos reajustes anuais das distribuidoras, j&aacute; havia previsto que s&oacute; o empr&eacute;stimo para socorrer as distribuidoras acrescentaria 8 pontos porcentuais no aumento das tarifas em 2015 e 2016. O minist&eacute;rio conta com o retorno de algumas usinas (de empresas que n&atilde;o aceitaram renovar a concess&atilde;o) para reduzir o impacto na tarifa.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-family: monospace; font-size: medium; white-space: pre-wrap;">Resultado poderia ser um aumento de at&eacute; 29% na conta de luz; governo diz que aumentos ser&atilde;o escalonados</span></h2>
<p><span style="font-family: monospace; font-size: medium; white-space: pre-wrap;"><img class="__mce_add_custom__" title="aumento.jpg" src="http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/product_images/uploaded_images/aumento.jpg" alt="aumento.jpg" width="378" height="133" /></span></p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">A crise do setor el&eacute;trico dever&aacute; representar um custo de R$ 66 bilh&otilde;es para o Brasil, sendo que a grande maioria desse montante ser&aacute; paga pelo consumidor na conta de luz. O c&aacute;lculo consta de relat&oacute;rio feito pelos analistas do banco JP Morgan, Marcos Severine e Henrique Peretti. No documento, eles preveem que a tarifa de energia poderia subir at&eacute; 29% no ano que vem.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Segundo os analistas, s&oacute; o custo da energia t&eacute;rmica custar&aacute; R$ 28,9 bilh&otilde;es. Desde o ano passado, com menos chuvas e queda no n&iacute;vel dos reservat&oacute;rio, todas as t&eacute;rmicas - desde as mais baratas at&eacute; as mais caras - est&atilde;o sendo obrigadas a operar de forma ininterrupta para poupar &aacute;gua. Na quarta-feira, por exemplo, as t&eacute;rmicas representavam 24,81% da gera&ccedil;&atilde;o nacional e as hidrel&eacute;tricas, 56,28%. Em tempos de reservat&oacute;rio cheio, as h&iacute;dricas podem gerar cerca de 90% da energia consumida no Pa&iacute;s.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"><span style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">No &uacute;ltimo c&aacute;lculo feito pelo JP Morgan h&aacute; dois meses, Severine e Peretti apontavam para um custo de R$ 55 bilh&otilde;es neste ano no setor el&eacute;trico. Mas, no meio do caminho, a exposi&ccedil;&atilde;o dos geradores no mercado de curto prazo aumentou e pode representar R$ 25,1 bilh&otilde;es (a previs&atilde;o inicial era R$ 14 bilh&otilde;es).</span></p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O problema surgiu com a redu&ccedil;&atilde;o do consumo e manuten&ccedil;&atilde;o da gera&ccedil;&atilde;o termoel&eacute;trica nos &uacute;ltimos meses. Na pr&aacute;tica, isso significou menos gera&ccedil;&atilde;o das hidrel&eacute;tricas, que entregaram quantidade inferior ao previsto nos contratos. Os geradores querem um tratamento especial, a exemplo do dado &agrave;s distribuidoras. Mas, por enquanto, o governo federal afirma que essas perdas s&atilde;o risco do neg&oacute;cio dos produtores.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Para completar a conta, ainda h&aacute; a exposi&ccedil;&atilde;o involunt&aacute;ria das distribuidoras que ficaram sem contrato para garantir 100% do mercado, que somaria R$ 11,8 bilh&otilde;es.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Todos esses custos, uma hora ou outra, ser&atilde;o repassados para o bolso do consumidor brasileiro. Pelo documento, s&oacute; de repasses que n&atilde;o foram feitos este ano s&atilde;o 18,5% que teriam de entrar na tarifa em 2015. Junta-se a isso subs&iacute;dios concedidos pelo governo federal em 2013, empr&eacute;stimo feito pela C&acirc;mara de Comercializa&ccedil;&atilde;o de Energia El&eacute;trica (CCEE) que come&ccedil;a a ser pago no ano que vem e repasses da Conta de Desenvolvimento Energ&eacute;tico (CDE). No final, a conta poderia subir at&eacute; 29%.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O Minist&eacute;rio de Minas e Energia, no entanto, garante que o aumento ficar&aacute; abaixo de dois d&iacute;gitos e que ser&aacute; escalonado ao longo dos pr&oacute;ximos anos. Por outro lado, a Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel), respons&aacute;vel pela an&aacute;lise e autoriza&ccedil;&atilde;o dos reajustes anuais das distribuidoras, j&aacute; havia previsto que s&oacute; o empr&eacute;stimo para socorrer as distribuidoras acrescentaria 8 pontos porcentuais no aumento das tarifas em 2015 e 2016. O minist&eacute;rio conta com o retorno de algumas usinas (de empresas que n&atilde;o aceitaram renovar a concess&atilde;o) para reduzir o impacto na tarifa.</p>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[PSI terá mais R$ 30 bilhões em empréstimos]]></title>
			<link>http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/blog/23/PSI-ter%E1-mais-R%24-30-bilh%F5es-em-empr%E9stimos.html</link>
			<pubDate>Fri, 01 Aug 2014 08:20:02 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/blog/23/PSI-ter%E1-mais-R%24-30-bilh%F5es-em-empr%E9stimos.html</guid>
			<description><![CDATA[<h2 style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">Maior parte do Programa de Sustenta&ccedil;&atilde;o do Investimento &eacute; via BNDES.<br />R$ 11 bilh&otilde;es s&atilde;o para &ocirc;nibus e caminh&otilde;es e R$ 4,6 bilh&otilde;es para PME.</h2>
<p><img class="__mce_add_custom__" title="emprestimos.jpg" src="http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/product_images/uploaded_images/emprestimos.jpg" alt="emprestimos.jpg" width="490" height="283" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 1.26em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; color: #333333; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;">O Conselho Monet&aacute;rio Nacional (CMN) autorizou nesta quinta-feira (31) a aloca&ccedil;&atilde;o de mais R$ 30 bilh&otilde;es dentro do chamado Programa de Sustenta&ccedil;&atilde;o dos Investimentos (PSI) - que viabiliza empr&eacute;stimos para o setor produtivo realizar investimentos com juros subsidiados pela Secretaria do Tesouro Nacional.</p>
<p style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 1.26em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; color: #333333; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;">De acordo com o secret&aacute;rio-adjunto de Pol&iacute;tica Econ&ocirc;mica do Minist&eacute;rio da Fazenda, Jo&atilde;o Rabelo, a decis&atilde;o faz parte de "um esfor&ccedil;o total" para estimular os investimentos e, com isso, o n&iacute;vel de atividade da economia. "Estamos trabalhando forte para continuar o processo de ativa&ccedil;&atilde;o da economia", declarou ele.</p>
<p style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 1.26em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; color: #333333; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;">Questionado sobre a preocupa&ccedil;&atilde;o com a infla&ccedil;&atilde;o, o secret&aacute;rio informou que a medida vai na mesma dire&ccedil;&atilde;o da libera&ccedil;&atilde;o de R$ 45 bilh&otilde;es para os bancos emprestarem anunciada na semana passada pelo Banco Central. "O BC acabou de anunciar mais R$ 45 bilh&otilde;es. Esse &eacute; assunto &eacute; do BC [infla&ccedil;&atilde;o&91;, mas o governo est&aacute; o tempo todo preocupado com a infla&ccedil;&atilde;o", afirmou.</p>
<p style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 1.26em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; color: #333333; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;">A maior parte do PSI &eacute; operacionalizado por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social (BNDES). "Na maior parte das linhas, j&aacute; estava chegando perto da exaust&atilde;o [fim do limite dispon&iacute;vel para empr&eacute;stimos&91;", explicou Rabelo, do Minist&eacute;rio da Fazenda.</p>
<p style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 1.26em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; color: #333333; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;"><strong style="font-family: inherit; font-size: 15px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; background: transparent;">Linhas que ter&atilde;o mais recursos</strong><br style="font-family: inherit; font-size: 15px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; background: transparent;" />A linha de cr&eacute;dito que ter&aacute; maior libera&ccedil;&atilde;o de recursos, dentro dos R$ 30 bilh&otilde;es anunciados nesta quinta-feira pelo governo federal, &eacute; a de &ocirc;nibus e caminh&otilde;es, para pessoas jur&iacute;dicas. Neste caso, o limite para empr&eacute;stimo subiu em R$ 11 bilh&otilde;es. A linha destinada a compra de bens de capital (m&aacute;quinas e equipamentos para produ&ccedil;&atilde;o) de micro e pequenas empresas, por sua vez, ter&aacute; mais R$ 4,6 bilh&otilde;es.</p>
<p style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 1.26em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; color: #333333; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;">A linha geral para aquisi&ccedil;&atilde;o de bens de capital recebeu autoriza&ccedil;&atilde;o para R$ 3,52 bilh&otilde;es em novos financiamentos e a linha de cr&eacute;dito para m&aacute;quinas agr&iacute;colas teve um refor&ccedil;o de R$ 3,4 bilh&otilde;es. Os empr&eacute;stimos para Inova&ccedil;&atilde;o e Produ&ccedil;&atilde;o (Proengenharia) ganharam uma autoriza&ccedil;&atilde;o de mais R$ 1 bilh&atilde;o, enquanto que a linha de inova&ccedil;&atilde;o ter&aacute; mais R$ 4 bilh&otilde;es disponiveis. A linha de inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gia do Finep, por sua vez, ter&aacute; mais R$ 2 bilh&otilde;es.</p>
<p style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 1.26em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; color: #333333; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;">O Conselho Monet&aacute;rio Nacional &eacute; presidido pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Tamb&eacute;m participam das decis&otilde;es do colegiado o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, e a ministra do Planejamento, Or&ccedil;amento e Gest&atilde;o, Miriam Belchior.</p>
<p style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 1.26em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; color: #333333; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;"><strong style="font-family: inherit; font-size: 15px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; background: transparent;">Energia el&eacute;trica</strong><br style="font-family: inherit; font-size: 15px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; background: transparent;" />O CMN tamb&eacute;m aprovou resolu&ccedil;&atilde;o hoje autorizando o aumento do limite de cr&eacute;dito que pode ser buscado pelas geradoras e distribuidoras de energia el&eacute;trica estatais no sistema financeiro em mais R$ 300 milh&otilde;es, para R$ 2,53 bilh&otilde;es, informou Rabelo, do Minist&eacute;rio da Fazenda. "Elas podem pegar em qualquer banco. J&aacute; estourou o limite anterior [de cr&eacute;dito&91;", declarou ele.</p>
<p style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 1.26em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; color: #333333; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;">As opera&ccedil;&otilde;es autorizadas est&atilde;o dentro do Programa de Gera&ccedil;&atilde;o e Transmiss&atilde;o de Energia El&eacute;trica, que prev&ecirc; a&ccedil;&otilde;es buscando garantir a seguran&ccedil;a do suprimento de energia a partir de uma matriz energ&eacute;tica baseada em fontes renov&aacute;veis e limpas, e que est&aacute; inserido no Programa de Acelera&ccedil;&atilde;o do Crescimento (PAC).</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; line-height: 19px;">Maior parte do Programa de Sustenta&ccedil;&atilde;o do Investimento &eacute; via BNDES.<br />R$ 11 bilh&otilde;es s&atilde;o para &ocirc;nibus e caminh&otilde;es e R$ 4,6 bilh&otilde;es para PME.</h2>
<p><img class="__mce_add_custom__" title="emprestimos.jpg" src="http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/product_images/uploaded_images/emprestimos.jpg" alt="emprestimos.jpg" width="490" height="283" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 1.26em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; color: #333333; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;">O Conselho Monet&aacute;rio Nacional (CMN) autorizou nesta quinta-feira (31) a aloca&ccedil;&atilde;o de mais R$ 30 bilh&otilde;es dentro do chamado Programa de Sustenta&ccedil;&atilde;o dos Investimentos (PSI) - que viabiliza empr&eacute;stimos para o setor produtivo realizar investimentos com juros subsidiados pela Secretaria do Tesouro Nacional.</p>
<p style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 1.26em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; color: #333333; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;">De acordo com o secret&aacute;rio-adjunto de Pol&iacute;tica Econ&ocirc;mica do Minist&eacute;rio da Fazenda, Jo&atilde;o Rabelo, a decis&atilde;o faz parte de "um esfor&ccedil;o total" para estimular os investimentos e, com isso, o n&iacute;vel de atividade da economia. "Estamos trabalhando forte para continuar o processo de ativa&ccedil;&atilde;o da economia", declarou ele.</p>
<p style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 1.26em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; color: #333333; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;">Questionado sobre a preocupa&ccedil;&atilde;o com a infla&ccedil;&atilde;o, o secret&aacute;rio informou que a medida vai na mesma dire&ccedil;&atilde;o da libera&ccedil;&atilde;o de R$ 45 bilh&otilde;es para os bancos emprestarem anunciada na semana passada pelo Banco Central. "O BC acabou de anunciar mais R$ 45 bilh&otilde;es. Esse &eacute; assunto &eacute; do BC [infla&ccedil;&atilde;o&91;, mas o governo est&aacute; o tempo todo preocupado com a infla&ccedil;&atilde;o", afirmou.</p>
<p style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 1.26em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; color: #333333; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;">A maior parte do PSI &eacute; operacionalizado por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social (BNDES). "Na maior parte das linhas, j&aacute; estava chegando perto da exaust&atilde;o [fim do limite dispon&iacute;vel para empr&eacute;stimos&91;", explicou Rabelo, do Minist&eacute;rio da Fazenda.</p>
<p style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 1.26em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; color: #333333; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;"><strong style="font-family: inherit; font-size: 15px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; background: transparent;">Linhas que ter&atilde;o mais recursos</strong><br style="font-family: inherit; font-size: 15px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; background: transparent;" />A linha de cr&eacute;dito que ter&aacute; maior libera&ccedil;&atilde;o de recursos, dentro dos R$ 30 bilh&otilde;es anunciados nesta quinta-feira pelo governo federal, &eacute; a de &ocirc;nibus e caminh&otilde;es, para pessoas jur&iacute;dicas. Neste caso, o limite para empr&eacute;stimo subiu em R$ 11 bilh&otilde;es. A linha destinada a compra de bens de capital (m&aacute;quinas e equipamentos para produ&ccedil;&atilde;o) de micro e pequenas empresas, por sua vez, ter&aacute; mais R$ 4,6 bilh&otilde;es.</p>
<p style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 1.26em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; color: #333333; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;">A linha geral para aquisi&ccedil;&atilde;o de bens de capital recebeu autoriza&ccedil;&atilde;o para R$ 3,52 bilh&otilde;es em novos financiamentos e a linha de cr&eacute;dito para m&aacute;quinas agr&iacute;colas teve um refor&ccedil;o de R$ 3,4 bilh&otilde;es. Os empr&eacute;stimos para Inova&ccedil;&atilde;o e Produ&ccedil;&atilde;o (Proengenharia) ganharam uma autoriza&ccedil;&atilde;o de mais R$ 1 bilh&atilde;o, enquanto que a linha de inova&ccedil;&atilde;o ter&aacute; mais R$ 4 bilh&otilde;es disponiveis. A linha de inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gia do Finep, por sua vez, ter&aacute; mais R$ 2 bilh&otilde;es.</p>
<p style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 1.26em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; color: #333333; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;">O Conselho Monet&aacute;rio Nacional &eacute; presidido pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Tamb&eacute;m participam das decis&otilde;es do colegiado o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, e a ministra do Planejamento, Or&ccedil;amento e Gest&atilde;o, Miriam Belchior.</p>
<p style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 1.26em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; color: #333333; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;"><strong style="font-family: inherit; font-size: 15px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; background: transparent;">Energia el&eacute;trica</strong><br style="font-family: inherit; font-size: 15px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; background: transparent;" />O CMN tamb&eacute;m aprovou resolu&ccedil;&atilde;o hoje autorizando o aumento do limite de cr&eacute;dito que pode ser buscado pelas geradoras e distribuidoras de energia el&eacute;trica estatais no sistema financeiro em mais R$ 300 milh&otilde;es, para R$ 2,53 bilh&otilde;es, informou Rabelo, do Minist&eacute;rio da Fazenda. "Elas podem pegar em qualquer banco. J&aacute; estourou o limite anterior [de cr&eacute;dito&91;", declarou ele.</p>
<p style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 1.26em; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; color: #333333; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;">As opera&ccedil;&otilde;es autorizadas est&atilde;o dentro do Programa de Gera&ccedil;&atilde;o e Transmiss&atilde;o de Energia El&eacute;trica, que prev&ecirc; a&ccedil;&otilde;es buscando garantir a seguran&ccedil;a do suprimento de energia a partir de uma matriz energ&eacute;tica baseada em fontes renov&aacute;veis e limpas, e que est&aacute; inserido no Programa de Acelera&ccedil;&atilde;o do Crescimento (PAC).</p>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Falta de chuvas faz com que Sudeste importe energia do Sul]]></title>
			<link>http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/blog/22/Falta-de-chuvas-faz-com-que-Sudeste-importe-energia-do-Sul.html</link>
			<pubDate>Thu, 31 Jul 2014 09:56:18 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/blog/22/Falta-de-chuvas-faz-com-que-Sudeste-importe-energia-do-Sul.html</guid>
			<description><![CDATA[<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">A falta de chuvas que levou o Estado de S&atilde;o Paulo &agrave; sua pior crise h&iacute;drica da hist&oacute;ria tamb&eacute;m tem consequ&ecirc;ncias na energia el&eacute;trica. Os reservat&oacute;rios das usinas hidrel&eacute;tricas est&atilde;o baixos e, por isso, as usinas termel&eacute;tricas em opera&ccedil;&atilde;o dever&atilde;o ficar ligadas at&eacute; o final deste ano, de acordo com o diretor-geral do ONS (Operador Nacional do Sistema El&eacute;trico), Hermes Chipp.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Segundo ele, a expectativa &eacute; que haja uso &ldquo;acentuado&rdquo; das termel&eacute;tricas nos pr&oacute;ximos meses e at&eacute; o pr&oacute;ximo ano.&nbsp;O ONS prev&ecirc; que os reservat&oacute;rios das usinas das regi&otilde;es Sudeste e Centro-Oeste (a principal fornecedora de energia ao Sistema Interligado Nacional) devem fechar julho em n&iacute;vel de 33% de energia armazenada, chegando a 18,5% em novembro deste ano, caso as previs&otilde;es meteorol&oacute;gicas se confirmem.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">De acordo com S&eacute;rgio Costa, diretor da Trade Energy, essa situa&ccedil;&atilde;o faz com que a regi&atilde;o Sudeste importe energia da regi&atilde;o Sul do Pa&iacute;s.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; Para se ter uma ideia, na &uacute;ltima ter&ccedil;a-feira (29), de toda a energia produzida pela regi&atilde;o Sul, 23,5% foi exportado para o Sudeste. Isso vem acontecendo h&aacute; v&aacute;rios meses.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"><img class="__mce_add_custom__" title="importacao-energia.jpeg" src="http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/product_images/uploaded_images/importacao-energia.jpeg" alt="importacao-energia.jpeg" width="460" height="305" /></p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O especialista afirma ainda que os reservat&oacute;rios das hidrel&eacute;tricas do Nordeste tamb&eacute;m est&atilde;o bastante baixos. Ele adverte ainda que o uso sistem&aacute;tico das usinas termel&eacute;tricas &eacute; perigoso, j&aacute; que &ldquo;elas n&atilde;o deveriam estar operando de forma constante por tanto tempo&rdquo;.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; Elas s&atilde;o necess&aacute;rias para dar um suporte &agrave;s hidrel&eacute;tricas, mas s&atilde;o mais caras.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O vice-presidente da Abraceel (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira dos Comercializadores de Energia), Paulo Cesar Tavares, afirma que a&nbsp;situa&ccedil;&atilde;o dos reservat&oacute;rios &eacute; uma das crises que o setor el&eacute;trico vive hoje. A outra crise &eacute; econ&ocirc;mico-financeira e, segundo Tavares, teve in&iacute;cio em 2012 com a medida provis&oacute;ria 579.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; O que vemos hoje &eacute; a maior explos&atilde;o de pre&ccedil;os e os caixas das distribuidoras est&atilde;o quebrados. Se somar todos os subs&iacute;dios dados em 2013 com os subs&iacute;dios e custos das distribuidoras em 2014, os gastos chegam a aproximadamente R$ 56 bilh&otilde;es. Sendo que cerca de R$ 35,5 bi das distribuidoras v&atilde;o ser repassados para os consumidores em forma de tarifa e os outros R$ 21 bi ser&atilde;o pagos pelos contribuintes em forma de impostos.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">A falta de chuvas que levou o Estado de S&atilde;o Paulo &agrave; sua pior crise h&iacute;drica da hist&oacute;ria tamb&eacute;m tem consequ&ecirc;ncias na energia el&eacute;trica. Os reservat&oacute;rios das usinas hidrel&eacute;tricas est&atilde;o baixos e, por isso, as usinas termel&eacute;tricas em opera&ccedil;&atilde;o dever&atilde;o ficar ligadas at&eacute; o final deste ano, de acordo com o diretor-geral do ONS (Operador Nacional do Sistema El&eacute;trico), Hermes Chipp.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Segundo ele, a expectativa &eacute; que haja uso &ldquo;acentuado&rdquo; das termel&eacute;tricas nos pr&oacute;ximos meses e at&eacute; o pr&oacute;ximo ano.&nbsp;O ONS prev&ecirc; que os reservat&oacute;rios das usinas das regi&otilde;es Sudeste e Centro-Oeste (a principal fornecedora de energia ao Sistema Interligado Nacional) devem fechar julho em n&iacute;vel de 33% de energia armazenada, chegando a 18,5% em novembro deste ano, caso as previs&otilde;es meteorol&oacute;gicas se confirmem.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">De acordo com S&eacute;rgio Costa, diretor da Trade Energy, essa situa&ccedil;&atilde;o faz com que a regi&atilde;o Sudeste importe energia da regi&atilde;o Sul do Pa&iacute;s.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; Para se ter uma ideia, na &uacute;ltima ter&ccedil;a-feira (29), de toda a energia produzida pela regi&atilde;o Sul, 23,5% foi exportado para o Sudeste. Isso vem acontecendo h&aacute; v&aacute;rios meses.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"><img class="__mce_add_custom__" title="importacao-energia.jpeg" src="http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/product_images/uploaded_images/importacao-energia.jpeg" alt="importacao-energia.jpeg" width="460" height="305" /></p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&nbsp;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O especialista afirma ainda que os reservat&oacute;rios das hidrel&eacute;tricas do Nordeste tamb&eacute;m est&atilde;o bastante baixos. Ele adverte ainda que o uso sistem&aacute;tico das usinas termel&eacute;tricas &eacute; perigoso, j&aacute; que &ldquo;elas n&atilde;o deveriam estar operando de forma constante por tanto tempo&rdquo;.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; Elas s&atilde;o necess&aacute;rias para dar um suporte &agrave;s hidrel&eacute;tricas, mas s&atilde;o mais caras.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O vice-presidente da Abraceel (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira dos Comercializadores de Energia), Paulo Cesar Tavares, afirma que a&nbsp;situa&ccedil;&atilde;o dos reservat&oacute;rios &eacute; uma das crises que o setor el&eacute;trico vive hoje. A outra crise &eacute; econ&ocirc;mico-financeira e, segundo Tavares, teve in&iacute;cio em 2012 com a medida provis&oacute;ria 579.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&mdash; O que vemos hoje &eacute; a maior explos&atilde;o de pre&ccedil;os e os caixas das distribuidoras est&atilde;o quebrados. Se somar todos os subs&iacute;dios dados em 2013 com os subs&iacute;dios e custos das distribuidoras em 2014, os gastos chegam a aproximadamente R$ 56 bilh&otilde;es. Sendo que cerca de R$ 35,5 bi das distribuidoras v&atilde;o ser repassados para os consumidores em forma de tarifa e os outros R$ 21 bi ser&atilde;o pagos pelos contribuintes em forma de impostos.</p>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Quatro prefeituras lançam projeto de racionamento de energia elétrica]]></title>
			<link>http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/blog/21/Quatro-prefeituras-lan%E7am-projeto-de-racionamento-de-energia-el%E9trica.html</link>
			<pubDate>Thu, 31 Jul 2014 09:38:13 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/blog/21/Quatro-prefeituras-lan%E7am-projeto-de-racionamento-de-energia-el%E9trica.html</guid>
			<description><![CDATA[<p><img class="__mce_add_custom__" title="racionamento.jpg" src="http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/product_images/uploaded_images/racionamento.jpg" alt="racionamento.jpg" width="604" height="403" /></p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Entre segunda (28) e ter&ccedil;a (29) os respons&aacute;veis das Prefeituras de Bauro, Piracicaba, Ribeir&atilde;o Preto e S&atilde;o Jos&eacute; do Rio Preto&nbsp;lan&ccedil;ou&nbsp;o Projeto de Gest&atilde;o Energ&eacute;tica Municipal, que ser&aacute; desenvolvido em parceria com a CPFL Energia. O projeto tem&nbsp;como objetivo promover o uso racional e eficiente de energia junto &agrave;s comunidades, &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos e iniciativa privada, contribuindo para a diminui&ccedil;&atilde;o do desperd&iacute;cio e a preserva&ccedil;&atilde;o dos recursos naturais.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O GEM &eacute; voltado para organiza&ccedil;&atilde;o e planejamento das diferentes atividades que fazem uso da energia el&eacute;trica, sendo poss&iacute;vel gerir contas e contratos e identificar &aacute;reas com potencial de melhoria da efici&ecirc;ncia, sem a perda da qualidade do servi&ccedil;o ofertado.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O projeto prev&ecirc; a cria&ccedil;&atilde;o de uma Ugem (Unidade de Gest&atilde;o Energ&eacute;tica Municipal) dentro da prefeitura e o papel da CPFL &eacute; capacitar o munic&iacute;pio no uso do software SIEM Web (Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o Energ&eacute;tica Municipal da Eletrobr&aacute;s Procel) para planejamento do uso da energia el&eacute;trica com base na metodologia de elabora&ccedil;&atilde;o da Plamge (Planos Municipais de Gest&atilde;o de Energia El&eacute;trica) e mensura&ccedil;&atilde;o de resultados.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O gerente de relacionamento da CPFL, Devanir Montovani J&uacute;nior, explicou que atualmente a energia est&aacute; entre as maiores despesas das prefeituras, e qualquer a&ccedil;&atilde;o que otimize o consumo deve ser bem vinda.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&ldquo;Entre 60% e 70% do consumo de energia el&eacute;trica de um munic&iacute;pio vem da ilumina&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica e atualmente estamos passando por um momento dif&iacute;cil, com reservat&oacute;rios vazios por conta da crise h&iacute;drica. A implanta&ccedil;&atilde;o do projeto na cidade veio em boa hora.&rdquo;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">J&uacute;nior disse que a implanta&ccedil;&atilde;o do GEM n&atilde;o tem custo para os munic&iacute;pios que decidem aderir, pois o projeto faz parte do Programa de Efici&ecirc;ncia Energ&eacute;tica, que incentiva o consumo consciente de energia desde 1998.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&ldquo;A economia que &eacute; gerada em um projeto ser&aacute; usada em outro, permitindo a diminui&ccedil;&atilde;o do desperd&iacute;cio e preserva&ccedil;&atilde;o dos recursos naturais.&rdquo;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O gerente destacou ainda que o treinamento das equipes vai auxiliar e fortalecer o processo de conhecimento do consumo de energia da administra&ccedil;&atilde;o.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&ldquo;Vai facilitar a coleta de dados e a organiza&ccedil;&atilde;o de planos para a redu&ccedil;&atilde;o do consumo. Teremos uma usina digital na cidade&rdquo;, afirmou.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="__mce_add_custom__" title="racionamento.jpg" src="http://www.geradoresdeenergiaeletrica.com.br/loja/product_images/uploaded_images/racionamento.jpg" alt="racionamento.jpg" width="604" height="403" /></p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">Entre segunda (28) e ter&ccedil;a (29) os respons&aacute;veis das Prefeituras de Bauro, Piracicaba, Ribeir&atilde;o Preto e S&atilde;o Jos&eacute; do Rio Preto&nbsp;lan&ccedil;ou&nbsp;o Projeto de Gest&atilde;o Energ&eacute;tica Municipal, que ser&aacute; desenvolvido em parceria com a CPFL Energia. O projeto tem&nbsp;como objetivo promover o uso racional e eficiente de energia junto &agrave;s comunidades, &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos e iniciativa privada, contribuindo para a diminui&ccedil;&atilde;o do desperd&iacute;cio e a preserva&ccedil;&atilde;o dos recursos naturais.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O GEM &eacute; voltado para organiza&ccedil;&atilde;o e planejamento das diferentes atividades que fazem uso da energia el&eacute;trica, sendo poss&iacute;vel gerir contas e contratos e identificar &aacute;reas com potencial de melhoria da efici&ecirc;ncia, sem a perda da qualidade do servi&ccedil;o ofertado.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O projeto prev&ecirc; a cria&ccedil;&atilde;o de uma Ugem (Unidade de Gest&atilde;o Energ&eacute;tica Municipal) dentro da prefeitura e o papel da CPFL &eacute; capacitar o munic&iacute;pio no uso do software SIEM Web (Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o Energ&eacute;tica Municipal da Eletrobr&aacute;s Procel) para planejamento do uso da energia el&eacute;trica com base na metodologia de elabora&ccedil;&atilde;o da Plamge (Planos Municipais de Gest&atilde;o de Energia El&eacute;trica) e mensura&ccedil;&atilde;o de resultados.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O gerente de relacionamento da CPFL, Devanir Montovani J&uacute;nior, explicou que atualmente a energia est&aacute; entre as maiores despesas das prefeituras, e qualquer a&ccedil;&atilde;o que otimize o consumo deve ser bem vinda.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&ldquo;Entre 60% e 70% do consumo de energia el&eacute;trica de um munic&iacute;pio vem da ilumina&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica e atualmente estamos passando por um momento dif&iacute;cil, com reservat&oacute;rios vazios por conta da crise h&iacute;drica. A implanta&ccedil;&atilde;o do projeto na cidade veio em boa hora.&rdquo;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">J&uacute;nior disse que a implanta&ccedil;&atilde;o do GEM n&atilde;o tem custo para os munic&iacute;pios que decidem aderir, pois o projeto faz parte do Programa de Efici&ecirc;ncia Energ&eacute;tica, que incentiva o consumo consciente de energia desde 1998.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&ldquo;A economia que &eacute; gerada em um projeto ser&aacute; usada em outro, permitindo a diminui&ccedil;&atilde;o do desperd&iacute;cio e preserva&ccedil;&atilde;o dos recursos naturais.&rdquo;</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">O gerente destacou ainda que o treinamento das equipes vai auxiliar e fortalecer o processo de conhecimento do consumo de energia da administra&ccedil;&atilde;o.</p>
<p style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px;">&ldquo;Vai facilitar a coleta de dados e a organiza&ccedil;&atilde;o de planos para a redu&ccedil;&atilde;o do consumo. Teremos uma usina digital na cidade&rdquo;, afirmou.</p>]]></content:encoded>
		</item>
	</channel>
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